sexta-feira, 22 de setembro de 2017

News TV, por Marcos Silvério - 22 Set

> Notícias da TV, por MARCOS SILVÉRIO <


"A Força do Querer" vai pegar fogo na reta final


Maior sucesso no horário nobre desde 2013, A Força do Querer terá uma reta final em chamas. A autora Gloria Perez virará a vida dos personagens de cabeça para baixo. E dará umas chicotadas principalmente em Bibi (Juliana Paes) e Ritinha (Isis Valverde). Uma morte no núcleo de Jeiza (Paolla Oliveira), os abortos de Irene (Débora Falabella) e Ivan (Carol Duarte) e o duelo entre Ruy (Fiuk) e Zeca (Marco Pigossi) são as "cerejas do bolo". A trama está prevista para terminar no dia 20 de outubro.

Tem muita coisa para acontecer, e a novela chegará à última semana com força: a paternidade de Ruyzinho (Lorenzo Souza) e o "quem fica com quem" são os trunfos reservados pela autora para os capítulos finais.

Perigosa no fundo o poço - O Morro do Beco será pacificado. Sabiá (Jonathan Azevedo) será preso, enquanto Rubinho (Emilio Dantas) fugirá da cidade com a família, usando nome falso. Bibi trocará tiros com Jeiza e virará foragida. A nova vida dela não será nenhuma lua-de-mel. Rubinho levará a amante, Carine (Carla Diaz), para a cidade onde eles vão morar.

A casa do bandido vai cair. Em uma operação orquestrada por Caio (Rodrigo Lombardi), Rubinho será preso. Bibi descobrirá que foi traída, vai se separar e ser humilhada pela "novinha".


Bibi (Juliana Paes) ficará sem dinheiro e sem marido; personagem recomeçará do zero

Carine virará a "fiel" (mulher oficial) do traficante. Até o carro que era de Bibi o bandido confiscará para dar à loira. Sem emprego, Bibi vai comer o pão que o diabo amassou, e os barracos continuarão. Ela ameaçará atear fogo na casa da rival com a loira e sua tia lá dentro.

Profecia e duelo final - Por ciúmes de Ritinha, Ruy deixará Zeca entre a vida e a morte. Ele o surpreenderá na rua com um tiro no peito. O playboy será ajudado por Dantas (Edson Celulari) para se livrar da cadeia. Cibele (Bruna Linzmeyer) se envolverá no caso e desmascarará a "sereia". Será ela quem dará a notícia a todos de que Ritinha é bígama e traiu o marido com o caminhoneiro.

A filha de Edinalva (Zezé Polessa) vai planejar fugir com o Ruyzinho (Lorenzo Souza), mas Joyce (Maria Fernanda Cândido) será mais rápida. Roubará a criança e conseguirá sua guarda provisória.

Ritinha usará sua cauda de sereia para conseguir o apoio popular. Ela fará vídeos relatando sua guerra contra Ruy para ficar com o filho. Dramatizará e viralizará se tornando um fenômeno nas redes sociais.


Ruy (Fiuk) atirará em Zeca (Marco Pigossi), que ficará entre a vida e a morte antes do final

A profecia citada pelo índio no primeiro capítulo da trama chegará à etapa final. Afogados juntos e salvos na infância, Ruy e Zeca vão se enfrentar em um tribunal em uma audiência que decidirá se o playboy vai preso pela tentativa de homicídio.

Jeiza arrasada - Calma! As coisas vão dar certo para Jeiza. O namoro com Caio engrenará com direito a lua-de-mel em Angra dos Reis (litoral do Rio de Janeiro). Mas ela ainda terá um brilho no olhar por Zeca. A loira também ganhará uma luta importante para ficar mais perto de conquistar o cinturão no MMA.

Por meio da policial, Gloria Perez fará uma campanha contra os assassinatos de PMs. Gerson (nome do ator não foi divulgado), amigo de Jeiza do batalhão, vai se mudar para perto da casa de Cândida (Gisele Fróes). Ele será morto diante da família por bandidos só por ser policial. O enterro do policial terá seu cão se despedindo com as patas em cima do caixão, e Jeiza devastada.

Espancamento e aborto - Ivan se descobrirá grávido nos próximos capítulos. A gestação o fará voltar para a casa da família, deixará Joyce cheia de esperança. Ela planejará enxoval e vai achar que hormônios da gravidez farão o filho desistir da transição de gênero. Mas a história não termina bem.


Ivan (Carol Duarte) perderá o bebê, mas deve terminar feliz com a aceitação da família

A gravidez será interrompida após o trangênero sofrer um espancamento. A novela promoverá um reflexão sobre a violência contra transexuais. Abalada, Joyce finalmente aceitará (ainda com resistência) a mudança de sexo de Ivan.

Cláudio (Gabriel Stauffer) só deve voltar na última semana para reencontrar Ivan. O roteiro da trama não constrói nenhum conto de fadas no sentido de que eles ficarão juntos, tudo indica que o final de Ivan é feliz com ele mesmo.

Barriga falsa e tragédia - Irene (Débora Falabella) perderá o bebê após tentar matar Elvira (Betty Faria). A vilã já terá feito exame de DNA e entrado com ação de paternidade. Ela usará até uma barriga que simula chute do bebê para enganar Eugênio (Dan Stulbach).

O desfecho dessa história será inspirado em fatos reais. Na última semana da trama, Irene encenará os passos de Thainá da Silva Pinto, mulher que assassinou uma grávida para tentar se apoderar de seu bebê. Ela sequestrou Rayanne Christini Costa Ferreira em 2016 no Rio de Janeiro e forçou o parto para ficar com a criança.

Fonte: Notícias da TV


Carol Duarte é alçada ao time de protagonistas


A Globo já traçou o futuro de Carol Duarte, a intérprete de Ivana/Ivan em A Força do Querer. Após sua primeira novela, a atriz de 25 anos assinará contrato de longo prazo e será promovida à categoria dos profissionais que podem ser protagonistas de novelas, minisséries e séries.

Também ganharão esse status Julia Dalavia e Gabriel Leone, que estão se destacando em Os Dias Eram Assim. Para setores da área artística da emissora, os três profissionais já provaram que são talentosos e carismáticos o suficiente para assumirem papéis centrais em novas produções.

O que os três têm em comum? Eles estudaram em escolas de interpretação e foram descobertos por produtores de elenco da Globo atuando em espetáculos teatrais. São resultado de uma estratégia que a emissora adotou há alguns anos e que está se intensificando agora.

A procura de novos talentos nos palcos do país está sendo ampliada porque a emissora aumentou muito sua produção de dramaturgia. Séries e minisséries são gravadas com antecedência; a produção não atende mais às necessidades imediatas da área de programação.

Com essa estratégia, a antiga política de manutenção de um numeroso quadro de atores contratados não serve mais. O critério para escalação agora não é mais o de usar somente o que está disponível no banco de atores, mas encontrar qual ator ou atriz é o mais adequado para o personagem.

A Globo tem um planejamento de novelas e minisséries até 2022. É muita produção para poucos atores considerados capazes de encabeçar elencos. Isso tem gerado disputas entre diretores por nomes mais estrelados, como Cauã Reymond, Bruno Gagliasso, Bruna Marquezine e Marina Ruy Barbosa.

Além da falta de protagonistas e da regra de não repetir um mesmo ator em duas produções exibidas simultaneamente, há outros fatores que atrapalham o jogo de xadrez da escalação.

A escolha de um protagonista depende muito do personagem, do carisma do ator, do talento para segurar uma novela inteira e do comportamento no set de gravação.

Muitos atores têm carisma e talentos suficientes, mas causam problemas nos bastidores, e os autores e diretores não querem trabalhar com eles. Outros são ótimos atores, mas não têm fisico de galã. Outros só funcionam em determinados personagens.


Novas estrelas - O fato de Carol Duarte, Julia Dalavia e Gabriel Leone serem promovidos ao time de protagonistas não quer dizer que eles serão os principais atores já em seus próximos trabalhos. Significa que a Globo os considera prontos para tal missão, mas isso vai depender do personagem e da aprovação de autores e diretores artísticos.

Executivos da emissora avaliam que Carol Duarte, de 25 anos, apesar de estar em sua primeira novela, já tem estofo para segurar a rotina pesada de gravações de um personagem central. Ela já demonstrou isso nos capítulos recentes de A Força do Querer, dominados pelo drama de Ivana.

A atriz, que estudou na Escola de Arte Dramática da USP (Universidade de São Paulo), foi descoberta atuando no teatro em São Paulo, assim como Gabriel Leone.

O Gustavo de Os Dias Eram Assim começou no teatro aos 14 anos. Fez textos de William Shakespeare (1564-1616) e musicais até conquistar uma participação como o psicopata Antônio de Malhação (2013). "São quase dez anos ralando, fiz muito teatro antes de engrenar na TV. Tenho emendado trabalhos bacanas, mas eu também agarrei as oportunidades", disse ele.

Depois da novelinha adolescente, Leone ganhou destaque em Verdades Secretas (2015) como Gui, o namoradinho de Angel (Camila Queiroz). Saiu da trama erótica direto para Velho Chico (2016), na qual vivel o idealista Miguel. Tem comprovado seu talento na atual novela das onze. Está cotado para ser protagonista de Onde Nascem os Fortes e De Volta Para Casa, ambas no ano que vem (fará uma delas).

Outro destaque de Os Dias Eram Assim, Julia Dalavia estudou no Tablado, renomada escola de teatro do Rio de Janeiro. Antes de ir para a TV, ganhou destaque no cinema, como a filha de Leandro Hassum em Até que a Sorte nos Separe (2012). Interpretou Helena na rápida primeira fase de Em Família (2014) e ganhou elogios como a versão jovem da personagem de Camila Pitanga em Velho Chico.

Na minissérie Justiça (2016), porém, Julia foi notada de verdade como uma atriz séria. Ela vivia Mayara, filha de Fátima (Adriana Esteves) que virava prostituta como parte de um grande plano de vingança contra sua cafetina, Kellen (Leandra Leal). Agora, encara cenas dramáticas na novela das onze como Nanda, contaminada com o vírus HIV.

Fonte: Notícias da TV


Emilio Dantas substituirá Cauã Reymond em novela


Em alta na Globo como o intérprete do traficante Rubinho de A Força do Querer, o ator Emilio Dantas, 34 anos, foi escolhido para substituir Cauã Reymond, 37, em De Volta para Casa, próxima novela de João Emanuel Carneiro, autor de Avenida Brasil (2012). Dantas dará vida a Beto, um cantor de axé music que é dado como morto.

Conforme o Notícias da TV publicou em primeira mão, Reymond foi reprovado em testes de canto e rebolado, habilidades necessárias para defender o protagonista da principal da Globo na metade do ano que vem. De Volta para Casa substituirá O Outro Lado do Paraíso, que estreia em outubro.

Além dos elogios pela atuação como Rubinho e de despontar como um novo galã na faixa dos 30 anos, Emilio Dantas sabe cantar. Ele atuou como vocalista de bandas de rock e MPB dos 15 aos 25 anos _mas ganhava a vida mesmo era como garçom. Não tinha pretensão de virar ator até que se deparou com uma oportunidade em um musical.

"Fiz um teste para um espetáculo do Osvaldo Montenegro como músico e acabei pegando o papel de protagonista", contou ao Notícias da TV em 2015, quando era par de Alinne Moraes em Além do Tempo, sua primeira novela na Globo.

Dantas, então, passou a fazer cursos de interpretação e teatro. Conheceu o diretor Roberto Bomtempo e ingressou na oficina de atores da Record. Lá, fez uma minissérie e duas novelas. Depois, vieram os papéis em Rock in Rio - O Musical e Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz.

Na novela de João Emanuel Carneiro, cuja produção começa logo após o final de A Força do Querer, Dantas deverá fazer par com Giovanna Antonelli.

Seu personagem será um cantor de axé music decadente que é dado como morto e se refugia em uma ilha da Bahia, onde tenta começar uma nova vida. Ele decide sustentar a farsa, já que a "notícia" de sua morte reativa a venda de seus CDs e DVDs.

Deborah Secco, como uma prostituta, e Adriana Esteves, no papel de uma cafetina, além de Letícia Colin, também farão a novela que marcará o primeiro protagonista de Emilio Dantas.

Fonte: Notícias da TV


Diretor deixa o "Fantástico" e gera tensão nos bastidores


Diretor do Fantástico desde 1993, Luiz Nascimento vai se aposentar no final do ano. O jornalista de 66 anos já avisou seus superiores e colegas mais próximos que em 2018 vai morar em Lisboa, onde tem imóveis. Vai acompanhar a mulher, Eugenia Moreyra, diretora da GloboNews, que também está encerrando a carreira. As saídas de Nascimento e de Eugênia estão causando tensão nos bastidores da Globo.

De um lado, há os subalternos de Luizinho, como Nascimento é conhecido, que temem as mudanças que poderão ocorrer no Fantástico. De outro lado, há uma disputa velada pelo seu cargo. Nos bastidores, aposta-se no nome de Ricardo Villela, diretor de jornalismo da Globo em Brasília, em em Luiz Petry, atualmente chefe de Redação do dominical.

A vaga de Eugenia Moreyra também está sendo cobiçada. Ela quer emplacar Carlos Jardim, seu chefe de Redação, para o desespero de profissionais do canal, que não têm bom relacionamento com ele. A torcida é por um nome de fora.

Nascimento é o mais longevo diretor do Fantástico. Nenhum antecessor chegou perto de comandar o programa durante 25 anos. Ele implantou diversas inovações na revista dominical (como as primeiras experiências de interatividade via internet) e abriu mais espaço para reportagens investigativas e denúncias.

Em 2001, Nascimento estava tão prestigiado na Globo que foi convocado para resolver uma crise de audiência do Domingão do Faustão. Durante alguns meses, a área de jornalismo comandou a atração de entretenimento _o que tinha tudo para não dar certo, e não deu. No ano anterior, ele atuou como coordenador de jornalismo de No Limite, o primeiro reality show da TV brasileira.

Eugenia Moreyra também passou por No Limite e pelos primeiros anos de Big Brother Brasil. Antes, foi editora do Fantástico, já sob o comando do marido. Ela assumiu a GloboNews em 2011.

Procurada, a Globo não comentou o assunto.

Fonte: Notícias da TV


'Você decide' voltará ao ar na Globo


 Formato que fez sucesso na Globo entre 1992 e 2000, o "Você decide" voltará ao ar. O projeto foi cogitado recentemente, mas agora é concreto: será gravado um piloto, o elenco está sendo escalado e o cenário, construído. José Eduardo Belmonte vai dirigir (no guarda-chuva de Guel Arraes).

Durante a exibição do programa, o público podia escolher, ao vivo, o final de uma história por meio de uma ligação gratuita para a emissora. Um placar instalado no cenário contabilizava os votos em tempo real.

A atração teve vários apresentadores, como Antonio Fagundes, Walmor Chagas, Tony Ramos, Lima Duarte, Raul Cortez, Renata Ceribelli, Carolina Ferraz, Cissa Guimarães, Celso Freitas e Luciano Szafir.

Patrícia Kogut


Adaptação de Edney Silvestre deve estrear em 2019


A Globo está avançando no processo de adaptação do livro "Se eu fechar os olhos agora", do repórter global Edney Silvestre, para a TV. Já existe, inclusive , a perspectiva de estreia para 2019 e o início das gravações ainda para este ano.

Segundo a jornalista Patrícia Kogut, o projeto na TV será adpatado por Ricardo Linhares (supervisor de "Rock Story", autor do remake de "Saramandaia" e parceiro de Gilberto Braga em projetos como "Babilônia", "Insensato Coração" e "Celebridade"). A expectativa é que a produção tenha dez capítulos - sendo que cinco já foram entregues.

O início das gravações está previsto para novembro, mas a estreia ocorrerá apenas em 2019 - inicialmente no Globo Play e apenas depois na Globo.

História: "Se eu fechar os olhos agora" é um livro ambientado numa pequena cidade da zona do café do Rio de Janeiro. A narrativa inicia com dois garotos de 12 anos que encontram o corpo de uma mulher morta e mutilada às margens de um lago.

Eles não aceitarão a explicação oficial do crime, que põe a culpa no marido, um dentista. Começarão então a investigar e ganharão o apoio de um senhor que mora no asilo da cidade e que foi ex-preso político da ditadura Vargas.

Fonte: Na Telinha


Globo não renova contrato com Walther Negrão


Autor de várias tramas da Rede Globo, entre elas Como Uma Onda (2005), Desejo Proibido (2008), Araguaia (2011) e Flor do Caribe (2013), Walther Negrão não faz mais parte do time de novelistas da emissora.

De acordo com a colunista Patrícia Kogut, o contrato do escritor terminou no mês passado e o canal e nem ele falaram sobre uma possível renovação.

Negrão recebeu uma oferta de uma TV portuguesa e pode escrever um novo folhetim no país estrangeiro. O último trabalho na platinada foi Sol Nascente (2017).

Fonte: Observatório da TV  


Definida atriz que viverá Hebe Camargo em musical


Foi batido o martelo na escolha de quem viverá Hebe Camargo no teatro. Superando 35 candidatas, Débora Reis, de 45 anos, será a protagonista de “Hebe, O Musical".

Não será a primeira vez que a atriz fará a "rainha da TV brasileira". Isso já havia acontecido no musical sobre a vida de Rita Lee.

“Foi uma emoção, sempre fui apaixonada pela apresentadora”, disse Débora Reis à revista Veja, contando que chegou a conhecer Hebe rapidamente durante um show em São Paulo. "Ela apertou minhas bochechas, mas não ganhei selinho", brincou.

"Hebe, O Musical" terá direção de Miguel Falabella com texto de Artur Xexéo, autor de sua biografia.

A estreia está marcada para o dia 15 de outubro, no teatro Procópio Ferreira, em São Paulo.

Fonte: Na Telinha


Thalía pode voltar às novelas                                    


Aclamada como a "rainha das telenovelas" no México, Thalía pode voltar às telas mexicanas com o melodrama "Mirada de Mujer", êxito no final da década de 1990 pela TV Azteca.

A Televisa acaba de adquirir os direitos da história de uma divorcia que se apaixona por um jovem escritor. A emissora já sondou outras atrizes como Mayrín Villanueva e Leticia Calderón, segundo a agência mexicana Basta!.

Atualmente, Thalía está preparando seu novo álbum e já tem em mãos o roteiro da novela que marcaria seu regresso à TV. A última foi "Rosalinda" em 1999, depois das trilogias das Marias.

A Televisa espera a resposta da cantora e dar início ao esquema de produção. "Mirada de Mujer" tem previsão de estreia para 2018.

Fonte: Na Telinha


Netflix vira opção de trabalho para atores dispensados


A política da Globo, da Record e do SBT de fazer contratos por obra com boa parte de seus elencos gerou uma revolução no mercado da atuação. Depois de migrarem para as séries da TV paga, os atores agora começam a encarar a Netflix como uma nova opção para fugir do desemprego e continuar na ativa. Fernanda Vasconcellos, que já foi estrela na Globo, e Leonardo Brício, ex-protagonista na Record, estão entre os que encontraram trabalho na plataforma de streaming.

A série O Mecanismo, que a Netflix prepara para 2018 e tratará dos bastidores da Operação Lava Jato, terá como uma das protagonistas Carol Abras, que atuou em Avenida Brasil (2012) e roubou a cena em I Love Paraisópolis (2015). Sem contrato longo com a Globo, a atriz encontrou na Netflix um novo mercado.

O protagonismo de Carol será dividido com Selton Mello, que por opção própria faz contrato com a Globo apenas por obra para poder se dedicar a outros trabalhos, como a direção de O Filme da Minha Vida, em cartaz nos cinemas, ou da série Sessão de Terapia (2012-2014). Mello mantém boa relação com a emissora, na qual gravou a produção 13 Dias Longe do Sol, ainda sem previsão de estreia.</p>

O elenco conta ainda com Lee Taylor (Velho Chico), Enrique Dias (Felizes Para Sempre?) e Leonardo Medeiros (Em Família e O Rico e o Lázaro). Leonardo Brício, que saiu da Record por não querer ficar marcado como ator de tramas bíblicas, voltará à TV depois de cinco anos fora do ar na mesma produção.

A segunda temporada de 3% também é um bom indício de como os atores têm encarado a Netflix de forma favorável. No primeiro ano, os nomes mais conhecidos eram Bianca Comparato e João Miguel, acompanhados de vários novatos, como Michel Gomes, Vaneza Oliveira, Rodolfo Valente e Rafael Lozano.

Já os novos episódios contarão com Fernanda Vasconcellos (Haja Coração), Maria Flor (A Lei do Amor), Laila Garin (Rock Story), Cynthia Senek (Malhação), Sílvio Guindane (Vai que Cola) e Bruno Fagundes (Meu Pedacinho de Chão). Todos eles não têm mais contrato com a Globo e viram no streaming uma boa oportunidade.

"Eu fiz Pedacinho há três anos e não tive mais chances na Globo. As séries da Netflix vieram em ótima hora, são uma oportunidade incrível de mostrar meu trabalho", valoriza Bruno, que antes de atuar em 3% fez uma participação rápida em um episódio de Sense8 (2015-2017), também na plataforma.

Filho de Antônio Fagundes, contratado da Globo há 40 anos, o jovem de 28 anos encara um panorama bem diferente do vivido pelo pai. "Acho que produções como 3% são um marco. Acredito inclusive que isso vai mexer com a produção da própria Globo, entusiasmada para criar novos conteúdos, novos formatos", opina.

>Com Sense8, o ator já sentiu um gostinho do potencial do novo mercado. "Colocar minha cara lá, em um produto que é exibido no mundo todo, é uma experiência incrível. Para nós, atores, isso muda tudo, você pode ser conhecido muito além do Brasil. Eu já tive um retorno bem positivo e agarro o papel em 3% com sangue nos olhos e muita empolgação", diz ele, proibido de dar qualquer detalhe sobre a trama.

O ritmo de produção de uma série, bem menos intenso que o de uma novela diária, também dá aos atores a chance de fazer outros trabalhos. Fagundes, por exemplo, concilia as gravações de 3% com duas peças de teatro: Baixa Terapia, em cartaz no Tuca, em São Paulo, e o musical Senhor das Moscas, em temporada gratuita no Sesi e pelo qual concorre ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem.

"São universos bem diferentes, três personagens muito distintos, é um exercício incrível poder transitar entre esses papéis. Eu encaro isso como um grande desafio. Faço teatro profissional desde os 16 anos, me sinto meio retribuído em ver que o palco está pedindo minha presença e que eu posso conciliar essas jornadas. É intenso, eu trabalho muito, mas não posso reclamar", encerra.

Fonte: Notícias da TV


Apresentadora se demite da Globo


Apresentadora do "Globo Esporte" em Minas Gerais desde 2013, Maíra Lemos anunciou sua saída da Globo. A jornalista pediu demissão e publicou nesta quarta-feira (20) um desabafo no Instagram explicando as razões de ter escolhido deixar a emissora.

"Eu estou me despedindo do 'Globo Esporte'. Depois de mais de seis anos na reportagem, na apresentação do programa, eu pedi demissão. Foi uma decisão muito bem pensada, muito bem planejada. Eu escolhi seguir um caminho que é meu, do meu jeito, mais a ver com a minha essência. Depois de mais de dez anos de carreira em vários canais de TV, eu vou dar uma mudada e quero trabalhar mais em conexão com o que acredito, com meu propósito de vida. Em breve terei novidades para vocês, prometo que não vou sumir", disse a apresentadora, que terminou o vídeo agradecendo o carinho do público.

Maíra se despediu dos telespectadores pelo Instagram porque não pôde dar seu adeus ao vivo na TV. O último "Globo Esporte" mineiro sob comando dela foi ao ar na última terça, ela encerrou dizendo apenas "Boa tarde para você", sem aparecer no vídeo. Nesta quarta, o programa foi apresentado por Carina Pereira.

Com doze anos de profissão, Maíra Lemos trabalhou na Rede Minas, TV Alterosa (afiliada do SBT) e Record Minas. Em 2011, foi contratada pela Globo. Logo conquistou espaço e tornou-se queridinha dos torcedores mineiros.

Cantada de Ronaldinho e promoção - A repórter ganhou fama nacional ao ser pedida em namoro por Ronaldinho Gaúcho durante uma entrevista após o jogo do Atlético-MG contra o The Strongest, da Bolívia, pela Taça Libertadores de 2013, na véspera do Dia Internacional da Mulher.

Ao perguntar se o jogador dedicaria o gol para alguma mulher, perguntou: "Está namorando?". O craque rebateu com o pedido: "Quer namorar comigo?". A resposta indiscreta de Ronaldinho foi exibida no "Bom Dia Brasil" e viralizou na internet.

Maíra Lemos foi promovida a apresentadora do "Globo Esporte" em 2013, mas costumava aparecer em rede nacional por causa da boa fase dos times mineiros (no período, o Atlético-MG conquistou a Libertadores e a Copa do Brasil e o Cruzeiro foi bicampeão brasileiro)

A apresentadora também cobriu a Copa das Confederações de 2013, a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, acompanhando a seleção feminina de futebol. Além do jornalismo, Maíra é formada em publicidade e faz palestras sobre a presença da mulher no futebol.

A profissional é mais uma a deixar a Globo nos últimos meses. Em maio, Luís Ernesto Lacombe anunciou sua saída da emissora após 20 anos. O apresentador voltará à TV no reality show "Exathlon Brasil", que estreia na próxima quarta na Band. Em julho, após o colunista Flávio Ricco, do UOL, noticiar em primeira mão, Evaristo Costa também deu adeus à Globo.

Fonte: UOL


Roteirista da Globo funda igreja e propõe 'cura hétero'


Nos últimos tempos, a luta contra o preconceito tem ganhado ainda mais força. Não faltam pessoas que se dedicam a evitar que outras sofram com esse mal. Escritores colocam isso em novela, séries e filmes.

Em uma reportagem da revista Veja, no entanto, um famoso autor global diz que criou uma espécie de igreja, a Deus é Humor, que tem um objetivo, propor a "#Cura Hétero". Psicólogos são unânimes ao dizer que é impossível mudar o comportamento e os desejos sexuais de alguém. Além disso, a condição sexual não é uma doença, não importando se o sujeito é hétero, bi, gay ou qualquer outra forma que se expresse sexualmente.

Ele tem passagens importantes na TV Globo, ajudando a escrever ‘’Joia Rara’’. No cinema, esteve à frente de projetos como ‘’Magas e os Formigas’’. Acostumado a improvisar, agora ele levou ao teatro performances inspiradas nos famosos cultos neopentecostais.

Não é incomum achar notícias de igrejas que fizeram ou tentaram propor a chamada "cura gay", algo que nunca teve qualquer comprovação científica e que, na verdade, acaba, mais tarde, gerando prejuízo ao indivíduo.


Global diz que sua igreja aproxima as pessoas de Deus através do humor: 'Nossa palavra é a da gozação'

Em um dos vídeos que Newton Cannito chama para os cultos, ele revela que muitos homens já estão cansados de ficarem o tempo todo correndo atrás de mulheres e entrando em discussões que parecem não ter fim. Ele lembra que a maioria, inclusive, fica melhor quando está ao lado dos amigos machões e propõe então "a cura hétero", que é uma forma de tirar um pouco do machismo enraizado na sociedade e não mudar a condição/orientação sexual do indivíduo.

Newton diz que na Deus é Humor a palavra da salvação é a palavra da gozação.

'O humor é meu pastor, nada me irritará', diz salmo da 'seita que dói menos'

Muitas das mensagens bíblicas famosas também são mudadas. O famoso salmo ‘’o Senhor é meu Pastor’’ vira ‘’o humor é meu pastor'. Números musicais também animam a celebração. Nomes como o de Dercy Gonçalves já foram canonizados pela igreja.

O próximo que estaria na filha para virar beato da igreja Deus é Humor é o apresentador Abelardo Barbosa, o Chacrinha, famoso por jogar bacalhau em um monte de gente em seus programa de televisão.

"Igreja é um lugar que você vai para ser perdoado por Deus. Por isso, estamos criando um ambiente onde se possa pensar em Deus sem culpa, sem inferno. Aqui não existe um Deus punitivo", alega o fundador da seita.

Com informações da revista Veja


Em livro, jornalista conta como foi demitido do “Fantástico”


Os livros de autoajuda com dicas para o sucesso na carreira enfatizam, de um modo geral, os bons exemplos, os profissionais bem-sucedidos e as trajetórias vencedoras. O recém-lançado “Treze Meses Dentro da TV – Uma aventura corporativa exemplar” investe na direção contrária. O livro de Adriano Silva descreve um caso de fracasso – vivido pelo próprio autor.

Minha crença é que relatos assim precisam circular mais. Porque são tão ou mais significativos que as histórias de sucesso”, anota ele depois de descrever os quase 400 dias em que atuou como chefe da redação do “Fantástico”, no Rio.

Entre o final de 2006 e o início de 2008, enquanto julgava que havia chegado ao “topo da profissão”, Silva foi motivo de piada interna, por conta de ideias ruins que deu, nunca teve responsabilidades muito claramente definidas, conviveu com um superior hierárquico lacônico e não recebeu nenhum apoio de quem esperava.

Com bastante franqueza e algum ressentimento, ele resume o livro como “o relato de um profissional que se viu diante de uma cultura empresarial e não encontrou encaixe – e uma reflexão sobre esta incompatibilidade”.

A maior originalidade de “Treze Meses Dentro da TV” (Editora Rocco, 256 págs., R$ 34,90) talvez seja o fato de ter como objeto central o mundo do jornalismo. É raro encontrar descrições tão detalhadas sobre o seu funcionamento interno.

Com formação em marketing, e nenhuma experiência como repórter, Silva fez carreira na editora Abril, a partir de 1998. Trabalhou na “Exame”, dirigiu a “Superinteressante” e comandou o Núcleo Jovem da empresa, responsável por revistas como “Capricho” e “Bizz”, entre muitas outras.

O jornalista da Abril que mais apostou em Silva, uma espécie de mentor dele, foi Paulo Nogueira (1956-2017), que em 2006 se mudou para a Editora Globo, onde ocupou a direção editorial das revistas da empresa. Sondado por Nogueira para seguir o mesmo caminho, ele respondeu que o seu maior interesse era trabalhar na TV.

Com a ajuda de Nogueira, Silva conta que entrou em contato com diretores da Globo no Rio. Luis Erlanger, então diretor de Comunicação, o apresentou a Carlos Henrique Schroder, então diretor de Jornalismo da emissora, e a Ali Kamel, então o número 2 do Jornalismo.

Numa conversa com Schroder, Silva disse que gostaria de trabalhar no “Globo Repórter”, mas foi convidado a ocupar um alto cargo no “Fantástico”, o segundo na hierarquia do programa. Só então ele conheceu Luiz Nascimento, que dirige a revista eletrônica dominical da Globo desde 1993.

Na página 110 do livro, Silva se dá conta de que muito do seu fracasso se deveu justamente à forma como entrou na emissora. “Uma contratação só dá certo quando parte de quem vai ser o seu chefe direto”, ensina.

Silva reconhece que outro problema grave era a sua total falta de experiência em televisão: “Como eu não era de TV, tinha que aprender sobre o veículo com meus subordinados. Esse era um flanco de grande fragilidade para mim”, admite.

 “Eu tinha chegado por cima num lugar em que as pessoas costumavam vir de baixo, em que os líderes eram construídos dentro de casa, a partir da base, e não trazidos de fora”, elabora em outro trecho.

Um fato incomum, a respeito do qual Silva afirma só ter sido informado após assumir seu cargo, é que seria chefe da então editora Eugenia Moreyra, mulher de Nascimento. “Eu seria, portanto, chefe da mulher do meu chefe”, anota.

Sofreu rejeição geral. “Depois da reunião de pauta, boa parte da redação saía junta para almoçar. Nunca fui convidado”, lamenta. Num relato pueril, conta que buscou se aproximar de Álvaro Pereira Jr., o chefe da redação do Fantástico em São Paulo, lhe presenteando com um CD caseiro de sua banda de pop rock. “Eu me expunha com aquele gesto que, claro, acabou não rendendo nenhuma proximidade extra entre nós”.

Silva também reconhece o erro de ter enviado à direção de jornalismo da Globo, sem informar ao seu chefe, uma proposta de mudanças no “Fantástico”. É o que ele chama de um “bypass”, um gesto altamente condenável no mundo corporativo.

Ao longo dos 13 meses de sua experiência no programa, que vivia um período de “mormaço”, na sua visão, Silva pensou várias vezes em desistir – e hoje se arrepende de ter prolongado por tanto tempo a situação. “Passei um bocado do limite da dignidade”, diz. Em janeiro de 2008, foi comunicado pela direção de jornalismo da Globo de que vários dos problemas do “Fantástico” passavam por ele. E foi demitido.

Fonte: Mauricio Stycer, do UOL


Morre a atriz Rogéria aos 74 anos


Morreu na noite esta segunda-feira a atriz Rogéria, aos 74 anos. Segundo o biógrafo e amigo Mario Paschoal, Rogéria faleceu por volta das 22h15, no Hospital da Unimed-Rio, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Após ser internada com infecção urinária no Hospital Unimed Barra, na Zona Oeste, a atriz teve uma crise convulsiva e não resistiu.

Rogéria deu entrada na UTI no início de agosto para tratar um quadro de sepse urinária. Ela chegou a ter alta no dia 25 do mês passado, mas voltou para o hospital após apresentar piora.

De acordo com Mario Paschoal, a atriz estava aguardando melhora para poder realizar uma operação nos rins, mas seu quadro se agravou, provocando problemas cardíacos e uma infecção generalizada.

— Ela estava aguardando para fazer uma operação nos rins, mas o quadro se agravou. Ela chegou a ter problemas cardíacos. O empresário dela está cuidando de tudo. Engraçado que na primeira vez que ela foi internada, eu me preocupei muito. Dessa vez, estava mais tranquilo e aconteceu isso. Vai fazer muita falta — lamentou.

Foi na adolescência que Astolfo Barroso Pinto descobriu que gostava mesmo era de se vestir de mulher. Ainda na infância, já descia as escadas como se estivesse usando um vestido longo imaginário. Aos 14 anos, no carnaval, caracterizou-se pela primeira vez como mulher — maiô, saia e um chapéu. Não precisava de peruca nem maquiagem para se sentir feminina. Deixando Astolfo para trás, renasceu Rogéria — e, em pouco tempo, iria se tornar um ícone do mundo gay, a transformista mais emblemática do país. Livre do nome masculino, com o qual a haviam batizado em 1943, Rogéria brilhou.

Primeiro na Rádio Nacional, frequentando os programas de Emilinha Borba, sua maior referência artística. Em plena ditadura militar, aproveitando o surgimento das vedetes travestis, destacou-se como vedete nas boates de Copacabana e em apresentações consideradas lendárias no Teatro Rival. Em 1964, atuou no primeiro espetáculo nacional de transexuais, “Les Girls”. Dirigido por João Roberto Kelly, trazia letras como: “Ser mulher é muito fácil para quem já é, mas pra quem nasce para ser João é um sacrifício a transformação”.

Depois de passar um período como maquiadora na TV Rio, que funcionou como uma escola de artes dramáticas pela convivência com atores e diretores, firmou-se nas artes dramáticas. No cinema, filmou com grandes cineastas: Eduardo Coutinho em “O homem que comprou o mundo” (1968), Julio Bressane em “O gigante da América” (1978), e José Joffily em “A maldição de Sampaku” (1991). Em 1979, venceu um Troféu Mambembe (um dos prêmios mais importantes para a produção cultural na época) pela atuação na peça “O desembestado”, contracenando ao lado de Grande Otelo.

Participando de programas de TV, Rogéria apresentou o universo do transformismo a um público mais amplo, tornando-se a “travesti da família brasileira”, título cunhado por ela próprio. Foi jurada em programas de auditório de grande audiência, como o “Cassino do Chacrinha”. Travesti na TV era uma novidade — e o pioneirismo foi bem aceito. Seu carisma e talento ajudaram a quebrar o preconceito, em uma época em que homens só podiam se vestir de mulher na rua durante o carnaval. Ainda assim, não foi presa nem precisou se exilar durante a ditadura.

Rogéria não quis fazer cirurgia para mudar o sexo e nunca injetou silicone para alterar o corpo. A artista, que dizia não se preocupar com discussões sobre representatividade LGBT, era conhecida por sair no braço com os colegas homofóbicos.

— Engajada? Eu preciso ser engajada? Eu sou o engajamento em pessoa! Se as outras travestis estão aí, agradeçam a mim, que sou uma bandeira, e os brasileiros gostam de mim — disse ela, em entrevista ao GLOBO no ano passado, quando lançava sua biografia “Rogéria — Uma mulher e mais um pouco”, escrita por Márcio Paschoal.

Além da biografia lançada em 2016, Rogéria fez parte do grupo de travestis e transexuais retratado no documentário “Divinas divas”, dirigido por Leandra Leal.

Fonte: O Globo


Há 25 anos o Brasil afundava na lama em "Deus nos Acuda"


O momento político que o Brasil vive em 2017 é um dos mais sujos da história. Há 25 anos, quando Fernando Collor de Mello sofreu impeachment, não era muito diferente. A dramaturgia captou o espírito da época e afundou o país na lama de segunda a sábado, em rede nacional, ao longo de sete meses. Em 31 de agosto de 1992, estreava na Globo a novela Deus nos Acuda, cuja abertura fazia uma crítica à roubalheira, à ostentação e à corrupção da política e da classe mais rica no país.

Produzida por Hans Donner, a abertura da novela mostrava uma festa da alta sociedade, com homens e mulheres bem vestidos, risadas, insinuações sexuais e bebida. Aos poucos, o ambiente era inundado por lama, que submergia todos os convidados. No final, carros, lanchas e cruzeiros apareciam num redemoinho de lama, que escorria por um buraco na forma do mapa do Brasil.

A sequência durava pouco mais de um minuto, mas a abertura deu trabalho para Donner. Nos antigos estúdios da Globo em Guaratiba, bairro do Rio de Janeiro, foi construída uma gaiola suspensa sobre uma piscina, com seis metros por oito e chão de arame vazado. A gaiola ia descendo (pendurada por um guindaste) sobre a piscina, até que os figurantes ficassem mergulhados na lama.

O material utilizado nas gravações não era lama de verdade, mas sim uma mistura de isopor ralado, tinta preta, anilina e álcool _o que dava uma aparência mais próxima de pixe.

"Foram utilizadas cinco câmeras: três presas nas paredes do cenário, para descerem junto com ele; uma no teto, registrando a cena de cima para baixo; e outra sobre uma plataforma de isopor, que passeava entre os&nbsp;convidados da festa. Cada descida da gaiola na piscina durava 17 segundos e a cena só podia ser rodada uma vez ao dia, já que as roupas dos modelos tinham quer ser lavadas a cada gravação", disse Donner ao site Memória Globo. No total, as gravações duraram oito dias.


Dercy Gonçalves interpretou anja responsável pelo Brasil na novela Deus nos Acuda, em 1992

Corrupção em segundo plano - A abertura de Deus nos Acuda foi a investida mais política de toda a novela, e muito da repercussão aconteceu pelo momento pertinente em que a trama foi ao ar. O país assistia ao processo de impeachment de Fernando Collor, que teve início um mês após a estreia. Ele renunciou ao cargo em 29 de dezembro de 1992.

Segundo depoimento do autor Silvio de Abreu ao Memória Globo, a conclusão do impeachment de Collor esvaziou um pouco a discussão política na trama de Deus nos Acuda. Havia cobrança para que a novela pegasse mais pesado nas críticas à corrupção e à desonestidade no país, mas a história acabou ganhando mais força no humor e nos dramas familiares.

O destaque maior foi para o casal Maria Escandalosa (trambiqueira, interpretada por Claudia Raia) e Ricardo Bismarck (bom caráter, papel de Edson Celulari). Os dois, que nem se conheciam antes do trabalho, ficaram noivos durante a novela e se casaram em 1993 (o relacionamento terminou em 2010).

Dercy Gonçalves, então com 86 anos, também roubou a cena. Ela viveu a anja Celestina, encarregada de cuidar do Brasil. Atrapalhada e indisciplinada, provocou confusões na Terra e levou um ultimato de Deus: deveria tornar um cidadão brasileiro mais honesto e solidário se quisesse manter seu posto no Céu.

Celestina escolheu Maria Escandalosa e quebrou leis divinas para protegê-la. No final, a anja torta foi absolvida por Deus.



Fonte: Notícias da TV

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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

News TV, por Marcos Silvério - 09 Ago

> Notícias da TV, por MARCOS SILVÉRIO <


De Nuccio conquista a web na estreia no "JH"


Dony De Nuccio conquistou os corações dos internautas em sua estreia como âncora do “Jornal Hoje” ao lado de Sandra Annenberg. No Twitter, os fãs elogiaram a beleza do jornalista e o compararam com seu antecessor, Evaristo Costa.

“Esse Dony é tão bonito quanto o Evaristo, hein!”“É o apresentador novo ou o Evaristo que voltou? Que gato”. “Que gracinha esse apresentador”, foram alguns dos comentários. Outros desejaram sorte: "Que você arrase, Dony""Ele combina muito com a Sandra, boa sorte".

Na estreia, De Nuccio até deu um beijo em sua colega na abertura do telejornal. Segundo análise do colunista do UOL Maurício Stycer, "foi mais um gesto, entre outros, no esforço de mostrar aos fãs de que a saída de Evaristo Costa, parceiro de Sandra por mais de 13 anos, não vai afetar em nada o bom andamento do "JH".


Pouco depois de acabar o jornal, o âncora entrou ao vivo no "Vídeo Show" com Otaviano Costa e Joaquim Lopes, que o questionaram sobre a mudança de rotina. "Antes eu entrava às 16h quando apresentava o 'Jornal das 10'. Agora acordo às 8h e fico até às 15h, mas fui dormir 1h30 e acordei as 5h40", contou De Nuccio. Otaviano brincou se Sandra já havia pago almoço de boas-vindas a ele. "Ainda não almocei, vou descobrir daqui a pouco", respondeu, aos risos.

Dony De Nuccio, que foi editor de economia e apresentador do "Jornal das Dez", da Globo News, foi anunciado como substituto de Evaristo Costa no último dia 28 em primeira mão pelo colunista do UOL  Ricardo Feltrin.

A estreia de Dony de Nuccio na GloboNews e a ida para o "Jornal Hoje" têm semelhanças. Ele substituiu Eduardo Grillo no "Jornal das Dez", que pediu demissão do canal pago por razões pessoais. Já Evaristo deixou a Globo após 22 anos porque "precisa descansar", como falou em vídeo publicado nas redes sociais.

Fonte: UOL


Quem é Dony de Nuccio, o novo âncora do "JH"


Quem é Dony de Nuccio? Muita gente fez esta pergunta quando a Globo anunciou o jornalista de 33 anos como substituto de Evaristo Costa no "Jornal Hoje", nesta sexta-feira (28). O apresentador, que estava no canal pago GloboNews, tem uma história de vida curiosa e trocou de profissão para realizar o sonho de chegar à TV.

Para começar, Dony de Nuccio é o nome artístico de Adonay (que ele não gosta muito de divulgar), filho de Nora Rosa e Andrês de Nuccio, argentino que veio ao Brasil para fugir da ditadura no país natal. Formado em Psicologia, o pai do novo apresentador do "Jornal Hoje" pratica yoga desde os 14 anos e faz palestras em Campinas, interior de São Paulo, onde mora atualmente.

A estreia de Dony de Nuccio na GloboNews e a ida para o "Jornal Hoje" têm semelhanças. Ele substituiu Eduardo Grillo no "Jornal das Dez", que pediu demissão do canal pago por razões pessoais. Já Evaristo deixou a Globo após 22 anos porque "precisa descansar", como falou em vídeo publicado nas redes sociais.

Por falar em internet, não espere Dony de Nuccio tão brincalhão no Twitter como Evaristo. O novo apresentador do "Jornal Hoje" bloqueou seu perfil na rede social e publica fotos de trabalho em suas contas no Facebook e no Instagram.

Quando não aparece engravatado na web, Dony compartilha imagens de seu cachorro de estimação, Rocky, que inclusive tem perfil próprio no Instagram com mais 2,1 mil seguidores. Apaixonado por cães, o jornalista perdeu sua cachorrinha Eva há seis dias e a homenageou na web.

Sempre quis ser Bonner - Formado em Economia e Jornalismo, Dony de Nuccio estava confortável trabalhando no mercado financeiro, mas sempre almejou a TV. Fã de William Bonner, seguiu os passos do âncora do "Jornal Nacional" e estudou na ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo).

Dony também fez cursos de locução e apresentação de telejornal antes de trocar seu emprego em um banco para se arriscar na Globo. Na emissora, foi repórter do "Bom Dia São Paulo", "SPTV" e "Jornal da Globo". Foi promovido a editor e comentarista de telejornais da Globo, como "Hora 1", e da GloboNews, até estrear como apresentador.

Em 2014, a revista "piauí" publicou um perfil do jornalista e revelou que "em seu vision board, De Nuccio enfileira imagens de pessoas que admira e coisas que ainda pretende conquistar. Estão lá Roberto Marinho, Paulo Coelho, Steve Jobs, um carro, um avião a jato, helicóptero, William Bonner, a bancada do 'Jornal Nacional', um torso masculino exageradamente musculoso, pilhas de dinheiro".

O jornalista deseja tanto alcançar Bonner que celebrou sua primeira aparição no "Jornal Nacional", há um mês. Foi apenas uma imagem dele apresentando o "Jornal das Dez", para ilustrar uma reportagem sobre a confiança dos brasileiros nos meios de comunicação, mas Dony comemorou como um troféu.

Dony também é sócio de uma empresa de produção de vídeos e eventos corporativos ao lado de Samy Dana, outro economista que aparece com frequência nos telejornais da Globo e da GloboNews.

Fonte: UOL


Evaristo Costa se 'queimou' com chefes na Globo


A notícia de que Evaristo Costa não irá renovar contrato com a Globo pegou muita gente de surpresa, exceto na cúpula da emissora. Entre alguns dos principais executivos do jornalismo da rede, aliás, a decisão nem foi lamentada. É que o apresentador do Jornal Hoje estava "queimado" com seus superiores.

Apesar de muito carismático e querido pelo público, Costa não é visto como um modelo de apresentador para a Globo. Internamente, é considerado desinteressado e limitado, que só sabe ler notícias, que não tem "conteúdo" e não se esforça para fazer outras atividades, como reportagens especiais.

Sua participação no próprio Jornal Hoje é considerada muito tímida. Ele não frequenta reuniões, não faz sugestões, não escreve uma única nota _só as manchetes que tem de ler. No baixo clero da Redação de São Paulo, tem fama de reclamão e de que nunca está disponível para nada.

Ex-repórter do Mais Você e moço do tempo, Evaristo Costa caiu em desgraça com a cúpula da Globo durante as eleições de 2014. No dia do primeiro turno, ele foi escalado para apresentar resultados das apurações nos Estados, numa cobertura ancorada por William Bonner ao longo de todo o domingo. Mas errou tanto que foi substituído por Ana Paula Araújo no segundo turno.

Na época, o coapresentador do Jornal Hoje foi duramente criticado nas reuniões de jornalistas da emissora, inclusive por Bonner. No ar, ele pareceu estar nervoso e se atrapalhou o tempo todo com o telão que projetava números das eleições.


Costa deitado no cenário do Fantástico: para muitos na Globo, a imagem 'perfeita'

Costa virou piada nas redes sociais ao dizer que os Estados do Acre e do Pará ficam no Nordeste. Chegou a ser interrompido por Bonner, que reclamou no ar que ele estava passando informações repetidas.

Hoje, confirmada a não-renovação do contrato do apresentador de 40 anos, muita gente na Globo especula que ele já não via muito futuro na emissora e decidiu sair por cima. Com quase 5 milhões de seguidores no Instagram, Costa não terá muita dificuldade para conseguir viabilizar um novo negócio enquanto viver no exterior (ele deverá se mudar com a família na Inglaterra). E não ficará desempregado se voltar ao Brasil.

Bolsa de apostas - Na Globo de São Paulo, a pergunta que não quer calar é o que acontecerá com a vaga de Evaristo Costa no Jornal Hoje. Alguns jornalistas defendem que ela será extinta, que Sandra Annenberg passará a apresentar o telejornal sozinha. Argumentam que isso é uma tendência, que já aconteceu com o Jornal da Globo quando Christiane Pelajo foi afastada, em outubro de 2015.

Uma outra ala especula que haverá uma dança de cadeiras. Atualmente no SP1, César Tralli é visto como favoritíssimo, mas não será surpresa se o escolhido for Rodrigo Bocardi (do Bom Dia São Paulo), Fernando Rocha (do Bem Estar), Roberto Kovalick ou algum profissional do sexo masculino atualmente em Brasília.

Caso o escolhido venha a ser Tralli, a especulação passa a ser sobre seu substituto no SP1. Bocardi seria o favorito, mas Kovalick, Fernando Rocha e até o repórter e apresentador do tempo Tiago Scheuer teriam chances. Pouca gente aposta numa apresentadora, como Gloria Vanique ou Michelle Barros.

Fonte: Notícias da TV


Carla Diaz volta à Globo em 'A força do querer'


Depois de encerrar seu contrato com a Record, Carla Diaz entrará em “A força do querer”, novela das 21h da Globo. Ela interpretará Carine, dona de um de cabeleireiro, e abalará a relação de Bibi (Juliana Paes) e Rubinho (Emílio Dantas).

Na trama, o traficante flertará com Carine no Morro Azul e deixará a filha de Aurora (Elizangela) enciumada.

Esta será a reedição da parceria da atriz com Gloria Perez, autora de "O clone", exibida entre 2001 e 2002. Na época, Carla fez muito sucesso com a personagem Khadija. O último trabalho dela na TV foi em "A Terra Prometida".

Fonte: O Globo


Carolina Ferraz é dispensada pela Globo


Atriz do primeiro time da Globo nos últimos 20 anos, desde que despontou em Por Amor (1997), Carolina Ferraz deixará o elenco da emissora em agosto, quando termina seu contrato. Futuramente, ela poderá voltar a trabalhar por obra certa, em que o vínculo dura apenas o período de gravações e de exibição da novela, minissérie ou seriado.

Exclusiva da Globo desde 1992, Carolina é mais uma "vítima" da nova política de banco de talentos da rede, que prioriza manter sob contratos de longo prazo apenas os atores que são constantemente escalados ou que seus executivos não admitem deixar disponíveis para a Record, como Fernanda Montenegro, Cauã Reymond e Mariana Ximenes, entre centenas de outros.

Desde 2015, quando a crise econômica se agravou, dezenas de atores renomados como Carolina Ferraz deixaram de ter contratos de longos com a Globo. Foram os casos, por exemplo, de Maitê Proença, Pedro Paulo Rangel, Pedro Cardoso, Guta Stresser, Priscila Fantin e André Gonçalves.

Isso criou um maior trânsito de profissionais da interpretação entre a Globo e a Record. Joana Fomm, que iria fazer a próxima novela de Aguinaldo Silva, em 2018, acaba de fechar contrato (por obra) com a rede de Edir Macedo para atuar em Apocalipse. Mesmo destino teve Selma Egrei, que brilhou em Velho Chico (2016).

Carolina Ferraz foi contratada pela primeira vez pela Globo há 25 anos, para ser uma das apresentadoras do Fantástico, após passagem pela Manchete. No ano seguinte, estreou nas novelas da emissora, em O Mapa da Mina.

A atriz teve papéis centrais em Pátria Minha (1994) e História de Amor (1995), mas foi em Por Amor que ganhou um novo status. Sua parceria com Du Moscovis na novela de Manoel Carlos deu tão certo que os dois foram escalados para protagonizarem Pecado Capital (1998).

Carolina praticamente atuou em uma novela por ano no início da década passada e voltou a fazer muito sucesso em Belíssima (2005), como uma dona de agência de modelos. Depois de um período sabático, bombou de novo em Beleza Pura (2008). Sua vilã Norma Gusmão emplacou um bordão que até hoje é lembrado nas redes sociais: "Eu sou rica!".

Carolina voltou a ser protagonista em 2011, no remake de O Astro. No ano seguinte, integrou o núcleo cômico de Avenida Brasil. Sua última novela na Globo foi Haja Coração, encerrada no início de novembro passado.

Fonte: Notícias da TV


Silvio de Abreu quer remake de “Éramos Seis”


Em entrevista ao programa “Donos da História”, do canal Viva, Silvio de Abreu revelou que tem planos de promover um “remake” de “Éramos Seis”. A novela que escreveu em parceria com Rubens Ewald já teve duas versões, uma na Tupi (1977) e outra no SBT (1994).

“Acho que é uma história sempre atual”, diz Abreu, que vendeu os direitos da novela para a Globo em 2010. Hoje diretor de Teledramaturgia diária da emissora, ele tem o poder de decidir quais projetos vão ao ar.

Ao canal Viva, Abreu se recorda do sucesso das duas versões. “Vendemos a novela para o SBT, ela foi refeita e deu o mesmo resultado de audiência – os mesmos 25 pontos em 1977, também deu em 1994″.

Se vingar, este será o terceiro remake recente de uma novela de Silvio de Abreu. Ele próprio escreveu a nova versão de “Guerra dos Sexos” (1983), exibida em 2012, e delegou a Daniel Ortiz, seu antigo colaborador, a tarefa de refazer “Sassaricando” (1987), exibida com o título de “Haja Coração” em 2016.

Baseado no romance de Maria José Dupré, a versão de “Éramos Seis” realizada pelo SBT contou com Irene Ravache e Othon Bastos nos papéis principais. Na primeira versão, na Tupi, os protagonistas foram Nicette Bruno e Gianfrancesco Guarnieri.

O programa “Os Donos da História” é exibido aos domingos, às 18h30.

Fonte: UOL


Jayme Matarazzo será vilão em "Tempo de Amar"


Jayme Matarazzo começou a gravar cenas de seu primeiro vilão na TV. Ele será o rejeitado e ambicioso Fernão em Tempo de Amar, novela que substituirá Novo Mundo na Globo. Com vários personagens do "bem" no currículo, o ator está entusiasmado por interpretar um antagonista e fazer maldades com os mocinhos da história.

"Estou feliz com a oportunidade de fazer um personagem com uma levada um pouco diferente dos meus últimos trabalhos. Acho que o Fernão pode se enquadrar num lugar de vilão, mas ele é um vilão com atitudes cometidas por amor e pela rejeição", adianta o ator.

Ele viajou na semana passada para Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, para gravar suas primeiras cenas. Na novela de Alcides Nogueira e Bia Corrêa do Lago, o personagem de Jayminho (como o ator é chamado por todos) vai estudar medicina em Coimbra, mas pretende se casar com a mocinha Maria Vitória (Vitória Strada).

Ainda menina, ela foi prometida em casamento a Fernão por seu pai, o produtor de vinhos bem-sucedido José Augusto.

"É um menino nascido em berço de ouro, filho do maior médico da cidade, sempre teve tudo na vida, mas vê a família aos poucos numa decrescente. Sabe que o pai não o deixará com toda a fortuna que imaginava. Então ele, como muitas pessoas naquela época, visa um casamento por conveniência, uma junção de famílias, aqueles casamentos arranjados", conta Jayminho.

Só que Maria Vitória se apaixonará por Inácio Ramos (Bruno Cabrerizo) à primeira vista, no meio de uma procissão em Portugal, em 1927. A jovem engravidará e será enviada para ter seu bebê escondida em um convento. A filha de Maria Vitória nascerá e será entregue à adoção, enquanto Inácio estará no Rio de Janeiro trabalhando.

Fernão será capaz de qualquer coisa, avisa Jayminho. "Ele considera esse rapaz muito inferior a ele. Essa rejeição vai provocar um impacto enorme no Fernão, que não vai lidar bem com o fato de ser deixado de lado", diz.

Tempo de Amar é dirigida pelo pai do ator, Jayme Monjardim, que estava afastado das tramas há dois anos. À frente da produção de Sete Vidas (2015), Monjardim foi diagnosticado com câncer na próstata e teve de ser operado.

A novela traz dois novatos como protagonistas, Vitória Strada e Bruno Cabrerizo. Estão no elenco Regina Duarte, Tony Ramos, Letícia Sabatella, Andreia Horta, Henri Castelli, Nívea Maria, Cassio Gabus Mendes, Marisa Orth e Deborah Evelyn, entre outros. A estreia está prevista para 20 de setembro.

Fonte: Notícias da TV


Globo recebe indicações ao Emmy de Jornalismo                                       


A Globo está festejando mais duas indicações ao Emmy Internacional. Em 16 anos de premiação, já são 18 citações no "Oscar" da TV mundial.

Nesta segunda-feira (7), a Academia Internacional de Televisão anunciou os finalistas das categorias Notícias e Atualidade na lista de jornalismo em 2017, e nas duas a emissora brasileira esteve presente.

O "Jornal Nacional" ganhou uma indicação na categoria Notícia, pela cobertura do escândalo envolvendo o nadador americano Ryan Lochte, que mentiu dizendo ter sofrido um assalto durante a Olimpíada do Rio, no ano passado.

Já em Atualidades, o "Globo Repórter" foi indicado pelo programa "Arte como passaporte", que mostrou como a arte pode transformar a vida dos jovens das comunidades pobres.

A Globo disputa com emissoras de Israel, Malásia, Filipinas, Suécia e Reino Unido.

Os vencedores serão anunciados no dia 5 de outubro em Nova York.

Fonte: Na Telinha


"Jornal da Cultura" ganha plateia e conteúdo extra na web


O "Jornal da Cultura", desde a última quarta-feira (2), passou a contar com plateia e 30 minutos extras para o YouTube neste dia da semana.

Composta por estudantes, funcionários de empresas e telespectadores previamente inscritos, a plateia terá participação ativa no "JC+", um bônus realizado para o YouTube depois do telejornal.

Os integrantes podem fazer interagir com os comentaristas, com perguntas escolhidas pelos espectadores nas redes sociais da TV Cultura.

Na área da inovação, o programa também passa a ser transmitido diariamente no Facebook pela página Jornalismo TV Cultura, com participações constantes do internauta, seja pelos tweets ou vídeos mandados. Tudo transmitido no telão.

Fonte: Na Telinha


Bispo censura série do jornalismo na Record


Quando você acha que já viu tudo e nada mais tem para acontecer, vem a Record com mais uma daquelas, próprias de quem mistura televisão com igreja.

Programada para entrar em exibição nesta segunda-feira (7), a série "Novo Pai", provocou um verdadeiro pandemônio na redação do "Jornal da Record".

Ao assistir, no ar, a chamada da série, um dos bispos de plantão não aprovou a maioria dos temas propostos e ordenou mudanças imediatas, principalmente em assuntos ligados a pais solteiros e separados. Filhos de casais homossexuais, então, nem pensar. Só poderá ir ao ar, segundo instruções dadas, o que faz prevalecer o conceito "Família".

A equipe do "JR", evidentemente, entrou no mais completo parafuso. Como mudar, em poucas horas, todo o trabalho desenvolvido ao longo de dias, movimentando algumas das suas mais diferentes equipes?

Só para a elaboração desta série foram acionados vários repórteres, como Rodrigo Vianna, Emerson Ramos, Luiz Gustavo, Sylvestre Serrano e Lucio Sturm, além de produtores, editores etc.

A "tesourada" da igreja, mais uma vez, se faz presente nos assuntos do jornalismo.

Consultada, a Record não respondeu.

Fonte: Flávio Ricco


Globosat lançará novo canal infantil


Depois de consolidar o Gloob como um canal competitivo na programação infantil, a Globosat anuncia mais um que comporá o quesito.

Trata-se do Gloobinho, que chega para oferecer conteúdo para crianças na pré-escola e atender a oferta da unidade juntamente com o Gloob. A estreia está agendada para outubro, e até o momento, somente a Sky terá em seu line-up.

O Gloob foi lançado há cinco anos, e é destinado ao público entre 6 e 9 anos. O Gloobinho trará produções brasileiras e internacionais.

Além disso, o novo canal da Globosat terá também atrações desenvolvidas especialmente para a faixa etária entre 2 e 5 anos, com narrativas e temáticas adequadas para os pequenos.

Fonte: Na Telinha


Carol Duarte revela sua cena mais difícil


Carol Duarte falou que a cena da primeira noite de amor de Ivana foi uma das mais difíceis de serem gravadas. A personagem transou com Claudio (Gabriel Stauffer) no capítulo de "A Força do Querer", exibido na noite de terça-feira (25).

"Essa cena foi uma das mais difíceis nesse trabalho todo, essa sequência toda não foi fácil. O Claudio é uma pessoa que ela gosta muito, e acho que ela confiou esse momento a ele para ver se entende própria vida dela", contou, ao participar ao vivo do "Video Show", nesta quarta.

"Tem muitas coisas envolvidas. A Ivana está nessa busca de saber quem ela é, tirar essas angústias todas. Eu acho que ela tinha expectativa [de como seria a primeira vez]. A Simone (Juliana Paiva), melhor amiga dela, falou tanto disso e não rolou, não foi como ela achava que ia ser. Ela foi honesta, não consegue enganar o Claudio", defendeu.


Torcida - A atriz também falou que apoia a vontade dos telespectadores e torce pela união de Ivana e Cláudio: "A galera está querendo e eu também, quero muito que eles fiquem juntos. Fico ansiosíssima sobre o que vai acontecer, estou nessa ansiedade com o público".

Carol Duarte sugeriu que o drama de Ivana seja discutido pelas famílias: "Ando recebendo mensagens e fico muito feliz, tem muita gente que vive isso e a gente não fala. Que as famílias falem com seus filhos sobre a questão, porque quando a gente se fecha, fica mais difícil, mas quando você vê que outras pessoas vivem o mesmo que você, ajuda".

Ela espera que a abordagem contribua para diminuir as agressões que os LGBTs sofrem: "A violência que essas pessoas sofrem na rua é extremamente incabível, inadmissível. O respeito precisa existir. A gente vê exemplos de pessoas sendo agredidas de forma brutal, a luta é para que isso acabe".

Carol contou que leva um pouco de Ivana para casa após o "corta" do diretor: "É inevitável que o ator, quando tem uma personagem desse tipo, não seja atingido, que eu não tenha vestígios em mim quando termina a gravação. É um mergulho muito intenso. Como atriz, não é fácil, mas quando vejo que as pessoas se emocionam fico super feliz. Sou atriz para isso".

Fonte: UOL


Astro mirim batalha por nova chance na TV


Há exatos dez anos, em 7 de agosto de 2007, a Globo estreava a série Toma Lá Dá Cá (2007-2009). Na época com 14 anos, o ator Daniel Torres, que interpretava Adônis, foi alçado ao estrelato do dia para a noite. Depois de outras cinco temporadas como o Alessanderson de Pé na Cova (2013-2016), Torres agora batalha para ter novas oportunidades na TV: "É um meio difícil, você precisa lidar com muita rejeição".

Aos 24 anos, o ator não é nenhum novato na profissão: antes das duas séries, estreou na TV como protagonista do especial de fim de ano O Pequeno Alquimista (2004). Na sequência, emendou um papel na novela A Lua Me Disse (2005), escrita por Miguel Falabella. Iniciou ali mesmo sua parceria com o ator, autor e diretor.

"Eu tive uma situação um pouco atípica, porque o Miguel gostou de mim na novela e me chamou para o Toma Lá e, depois, para Aquele Beijo [2011]. Mas, antes de conseguir o papel no Pequeno Alquimista, eu tive de fazer muito teste, já ouvi muito 'não'. Não é uma carreira fácil, especialmente para alguém tão novo", conta.

Afastado da TV desde o fim do Pé na Cova, há mais de um ano, Torres aproveita o diploma da faculdade de cinema para se aventurar em outras áreas. "Estou ajudando um amigo com a edição de um clipe, me aprimorando para ser assistente de direção. Também quero escrever roteiros, mas preciso estudar muito para isso (risos)", arrisca.

A vontade de estar também atrás das câmeras não é nova: desde a época do Toma Lá, o jovem ator já demonstrava uma curiosidade natural para entender como funcionavam os bastidores da produção.

"Eu perguntava muito, mexia nas câmeras, queria saber tudo. Acho que, seja como ator, roteirista ou diretor, você está apresentando uma história ali. E eu sei que gosto mesmo é de contar histórias".


Trabalho duro - A experiência de atuar no Toma Lá Dá Cá foi puxada. Como estava em idade escolar, Daniel precisava aliar os estudos com o trabalho. "Era um programa com formato diferente, que tinha plateia, e eu estava ao lado de atores incríveis, então tive que dar muito duro. O Adônis foi um personagem que exigiu muito de mim", lembra.

Porém, como o caçula do elenco, o ator também tinha regalias. "Acho que eu recebia um carinho especial dos outros atores por ser o mais novinho. A Arlete Salles, por exemplo, era maravilhosa comigo. E, como ela vivia uma avó moderna, toda jovial, me pedia dicas de algumas gírias e gestos para fazer", diz.

Lidar com o público, porém, era diferente. Apesar de gostar de receber o retorno dos fãs, o sucesso repentino forçou o ator a mudar alguns hábitos: "Era legal, mas de certa forma assustador. Comecei a ser reconhecido em todos os lugares. Aí, parei de frequentar praias lotadas, evitava grandes aglomerações. Queria ter um pouco de sossego para mim e para minha família".

Agora, com a reprise da série no canal pago Viva, Daniel tem a oportunidade de se lembrar do trabalho. "É curioso, eu gosto de ver porque já esqueci todas as piadas, vejo como um leigo. Chego em casa, minha mãe está vendo, aí sento do lado e começo a rir", diz ele.

O ator confessa que não gosta muito do seu visual na série: "Eu era muito magrinho, né? É meu único problema com a série. Mas acho que o visual funcionava para a proposta do personagem".

Dez anos depois, Torres diz que perdeu a amizade com os companheiros de elenco. "Cada um segue com sua vida, o contato vai se perdendo. Mas esse mundo é um ovo, então sempre encontro a Marisa Orth, a Fernandinha [Souza], o George [Sauma]. A Arlete já vi em eventos por acaso e é sempre muito carinhosa. Com o Miguel falo de vez em quando, mas ele está sempre na correria, com muitos projetos", explica.

Fonte: Na Telinha


Deborah Secco confessa que traiu todos os namorados


Deborah Secco fez confissões sobre seus antigos relacionamentos em entrevista ao jornalista Leo Dias no programa Fofocalizando. Questionada se já levou 'chute na bunda', ela contou que nunca foi dispensada por um homem. "Não, nunca. Eu sempre dei. Nunca tive uma pessoa que tenha terminado comigo. O dia que eu termino é quando a pessoa não significa mais nada pra mim, nem bom nem ruim", contou.

Pertuntada se perdoaria traição ela surpreendeu. "Depende do contexto, do tipo da pessoa, o tipo de relação a que eu me propus. Traí todos os meus ex, menos o Hugo", confessou, referindo-se a Hugo Moura, seu marido, com quem tem uma filha, Maria Flor. "Não posso cobrar as pessoas o que não dou. Nunca fui uma pessoa tadinha que perdoa, eu pondero muito as coisas e não sou hipócrita", disse.

Ela contou também que não nunca tentou ter filho com seus ex-namorados por considerar que tinham "princípios diferentes".

Na lista de ex-relacionamentos de Deborah estão o diretor Rogério Gomes (Papinha), Maurício Mattar, o ator Marcelo Faria, o cantor Falcão, e o ex-jogador Roger Flores.

Deborah e Hugo se casaram em dezembro de 2015, mesmo mês do nascimento de Maria Flor.

Fonte: UOL


As novelas e os 11 anos da Lei Maria da Penha


Marcos e Raquel na novela "Mulheres Apaixonadas" em 2003

Em 7 de agosto de 2006, foi sancionada a lei Maria da Penha, normalmente aplicada aos homens que agridem fisicamente ou psicologicamente à sua esposa ou qualquer outra mulher.

Na ficção, diversas mulheres já sofreram violência doméstica.

Pensando na data, listamos sete casos de personagens que poderiam muito bem fazer uso da lei Maria da Penha após sofrerem nas mãos do marido.

Passados estes onze anos, o tema da violência doméstica continua mais atual do que nunca. Praticamente a cada minuto uma mulher sofre algum tipo de violência no Brasil, segundo as pesquisas especializadas. E por mais que o tema seja explorado, ainda é pouco diante da brutalidade do machismo.

Confira:


Rita e Cigano - Atualmente em cartaz no "Vale a Pena Ver de Novo", Rita (Adriana Lessa) vivia roxa em "Senhora do Destino" (2004).

Cigano (Roney Marruda), um criminoso com passagens pela polícia, vivia ameaçando a mulher, com um ciúme doentio.

Constantino (Nuno Mello), taxista apaixonado por Rita, sempre tentou livrá-la do agressor, mas também teve problemas.


Gui e Caco - Na novela "Pé na Jaca" (2006), Juliana Paes interpretou Gui e apanhava de seu marido, vivido por Alexandre Schumacher.

No final das contas, o rapaz acabou morrendo, e como se não bastasse tudo, ainda foi acusada de matá-lo para ficar com seu dinheiro.


Catarina e Léo - Há nove anos, em "A Favorita", de João Emanuel Carneiro, mais um caso de violência doméstica.

O chucro e machista Léo, vivido por Jackson Antunes, não media consequências e agredia por diversas vezes a mulher, Catarina, interpretada por Lilia Cabral.

Em dada cena, cansada de tantas humilhações, Catarina tratou de dar um tabefe na cara do marido, umas das grandes cenas da trama.


Dália e Ronildo - Entre 2007 e 2008, quem diria, Rodrigo Hilbert, o "homão da p..." fazia papel de agressor na novela "Duas Caras".

Na novela, Dália, interpretada por Leona Cavalli, era viciada em drogas e apanhava do marido Ronildo, além de ser mantida em cativeiro por ele.


Sônia e Clóvis - Em "Profeta", muita gente pegou ódio de Dalton Vigh por interpretar Clóvis.

Clóvis violentava Sônia, vivida por Paolla Oliveira, e chegou a deixá-la presa em cativeiro e até deixou a esposa num quarto sem refeições.


Celeste e Baltazar - O Comendador José Alfredo de "Império" (Alexandre Nero) e o Rômulo de "A Regra do Jogo" também já maltratou sua parceira.

Ele maltratava Celeste, vivida por Dira Paes na novela "Fina Estampa", de 2011.


Raquel e Marcos - Uma das violências domésticas mais emblemáticas da história da dramaturgia brasileira.

Marcos (Dan Stulbach) e Raquel (Helena Ranaldi) na novela "Mulheres Apaixonadas", de 2003, de Manoel Carlos.

Marcos era extremamente ciumento e agressivo com Raquel. As surras que dava com uma raquete de tênis nunca foram esquecidas.

O tema, e as cenas, ganharam grande repercussão na época, e o ator é lembrado até hoje pelo papel, que causou o ódio dos telespectadores.

Com informações do Na Telinha

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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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