domingo, 7 de maio de 2017

News TV, por Marcos Silvério - 07 Mai

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Globo promove mudança em telejornais


No ar desde 1983, o SPTV deixará de ser SPTV a partir da próxima segunda-feira (8). Gradativamente, o telejornal local passará a ser chamado de SP1, para a primeira edição, a do meio-dia, e de SP2, à noite. A medida será adotada juntamente com um novo pacote de recursos tecnológicos e identidade visual. O Bom Dia São Paulo também terá novo look. Aos poucos, a novidade se expandirá para todas as afiliadas.

SP1 e SP2 são como os jornalistas da Globo chamam internamente os telejornais. A nova nomenclatura, no entanto, tem uma justificativa mais conceitual: os SPs, RJs e DFs perderão o TV porque deixaram de ser produtos apenas televisivos, já que também são consumidos em computadores, celulares e tablets.

Os telejornais ganharão novas vinhetas de abertura, com novas cores, tipologia e trilha sonora. Em São Paulo, a vinheta termina com a sigla SP, mas com o 1 e o 2 no lugar de TV.

Parecidas com mapas de aplicativos de trânsito, as novas aberturas vão mudar conforme o noticiário. Na época do Carnaval, por exemplo, um sobrevoo sobre o mapa de São Paulo privilegiará a região do sambódromo do Anhembi, na zona norte. Quanto houver algum fato importante na avenida Paulista, a região será detalhada na vinheta de abertura.

Outra grande novidade será a adoção de tarjas com as manchetes, como já fazem canais de notícias (CNN, Fox News, GloboNews) e noticiosos sensacionalistas. Quando um apresentador estiver dando uma notícia, a manchete aparecerá no canto inferior da tela. Quando um repórter entrar ao vivo, essa tarja também informará o tempo e a temperatura do local em que ele estiver.

Na nova identidade visual, predominarão tons suaves. O Bom Dia São Paulo terá a cor amarela, numa referência ao amanhecer; o SP1 será laranja, como o sol do meio-dia; o SP2 será azul, de anoitecer. Essas cores acompanharão as vinhetas e as luzes dos estúdios.

Nos cenários, as grandes vedetes prometem ser novos telões interativos. Eles mostrarão a participação de telespectadores via redes sociais e permitirão aos apresentadores acionarem câmeras em diferentes pontos da cidade.

Com a nova tecnologia, durante a previsão do tempo do Bom Dia São Paulo, Rodrigo Bocardi e Glória Vanique poderão mostrar o tempo e a temperatura de quase todas as cidades do Estado com um simples clique no mapa.

Fonte: Notícias da TV


Pega sem ladrão


A Globo conseguiu na sexta-feira (5) o registro da marca Pega Pega, e esse será o título de sua próxima novela das sete, que estreia em junho. A emissora vinha chamando a produção de Pega Ladrão, mas optou-se mudar o nome para eliminar da trama qualquer referência ao atual cenário político nacional. Oficialmente, no entanto, o motivo da mudança é que Pega Ladrão explicaria apenas o começo da obra de Claudia Souto. Estrelada por Mateus Solano e Camila Queiroz, Pega Pega será uma comédia sobre a ética. Começará com um roubo de US$ 40 milhões do cofre do hotel em que será ambientada, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Também estão no elenco Marcelo Serrado, Marcos Caruso, Nanda Costa, João Baldasserini, Vanessa Giácomo, Mariana Santos, Elizabeth Savalla, Milton Gonçalves, Reginaldo Faria, Irene Ravache e Thiago Martins, entre outros. Luiz Henrique Rios assina a direção artística.

Fonte: Notícias da TV


Marquezine volta à TV como princesa malvada


Estrela da nova geração de atores da Globo, Bruna Marquezine só volta ao ar em 18 de janeiro de 2018, após um ano inteiro "descansando" a imagem e estudando. É quando estreia Deus Salve o Rei, novela das sete sobre dois reinos medievais rivais. Será o primeiro trabalho de Bruna após ela recusar papel central na próxima novela das nove, de Walcyr Carrasco.

Na trama de Daniel Adjafre, a namorada de Neymar Júnior será uma princesa malvada, filha de um rei bom, a ser interpretado por Marco Nanini. Ela rivalizará com a plebeia e mocinha da história, papel de Agatha Moreira.

Bruna Marquezine, que no ano passado fez a série Nada Será Como Antes, tirou a maior parte de 2017 para estudar interpretação. Ela pediu, e a Globo concedeu um período sabático. Por causa disso, recusou uma das protagonistas de O Outro Lado do Paraíso, que estreia em outubro e mobiliza o elenco a partir do mês que vem.

"Emendei muitos trabalhos, uma hora tinha de parar um pouco. Acho importante estudar para trazer algo novo", justificou a atriz ao Notícias da TV, em fevereiro.

Alem de Bruna Marquezini, Marco Nanini e Agatha Moreira, já estão escalados para Deus Salve o Rei os atores Renato Góes, Caio Blat, Rosamaria Murtinho e Tatá Werneck.

Uma das grandes damas da TV brasileira, Rosamaria volta às novelas após mais de três anos afastada, desde Amor à Vida (2013). Ela interpretará uma rainha má.

Renato Góes será príncipe do reino rival ao da personagem de Bruna Marquezine. Haverá um segundo príncipe nesse castelo, mas o ator ainda não foi definido. Tatá Werneck será uma princesa que virá de outra corte para se casar com um desses nobres.

Fonte: Notícias da TV


Nonato revela que é travesti


Desde que surgiu em cena em “A Força do Querer”, o motorista Nonato (Silvero Pereira) vinha despertando algumas suspeitas sobre a sua personalidade, origem, etc. Em princípio, ele fora contratado para vigiar os passos da jogadora Silvana (Lília Cabral), mas aos poucos foram surgindo pistas de que o personagem tinha alguma outra função na história. Dia desses, a governanta perguntou porque ele não tinha barba. Em outro diálogo, quis saber por que ele tinha um nariz tão afilado, o que queria dizer, em outras palavras, feminino.

Nos próximos capítulos, as nuances do rapaz começarão a ser reveladas. Em cena gravada, mas não exibida, ele coloca gelo no rosto de Eurico (Humberto Martins) depois que ele briga com Caio (Rodrigo Lombardi). A cena mostra bem a cumplicidade que se inicia entre o motorista e o patrão. Só que Eurico não pode nem imaginar que Nonato é um travesti. Numa outra sequência, Eurico se envolve numa confusão de trânsito com Jane Di Castro e destila toda a sua ignorância.

 “Tinha que pegar essa gente, botar em tratamento intensivo! Queria ver se não se curava! Homem é homem, mulher é mulher! Isso aí a natureza já mostra quando a pessoa nasce! Fugiu disso é aberração!”, diz ele. Nonato não fala nada, mas depois explica a Jane porque inventou esse personagem: “Tive que me montar, querida! fazer a linha machuda! Quem é que dá emprego a travesti? Travesti só tem vez quando é artista reconhecido que nem você! Seu Eurico está apegado a mim... O contrato era pra ficar com a mulher dele, mas manda eu carregar pasta, me põe plantada lá no escritório... fico lá, fazendo a egípcia! Tá dando pra pagar minhas contas e ainda mandar um dinheirinho pra família”.

Nonato, no entanto, fala para Jane que sonha em ganhar dinheiro fazendo suas performances. "Me aguardem o dia que conseguir montar meu show: ninguém segura mais Elis Miranda! Mas enquanto for mais um na multidão...", diz ele, sem mágoa. Gloria Perez criou Nonato para o ator ao vê-lo em cena na peça “BR-Trans”, monólogo escrito por ele reunindo histórias reais de transexuais, que tem dado o que falar.

Com informações do Jornal Extra


Modelo será protagonista de "Tempo de Amar"


Modelo desde os 12 anos, Vitória Strada fará sua estreia na TV em "Tempo de amar", próxima novela das 18h da Globo. E já no papel de protagonista. Ela interpretará Maria Clara e fará par romântico com Bruno Cabrerizo, que viverá Inácio. O casal sofrerá com as maldades de Fernão (Jayme Matarazzo).

- Fiz teste no início do ano para outra novela. Acabaram escolhendo uma atriz mais conhecida, mas disseram que guardariam meu material. Depois disso, resolvei me mudar para São Paulo para trabalhar mais com teatro e continuar atuando como modelo. Quando estava comprando a passagem aérea, recebi uma mensagem chamando para outro teste com o Jayme Monjardim. Participei desse e me chamaram para outro - explica ela, que é natural do Rio Grande do Sul.

Vitória, que seguirá os mesmos passos de Camila Queiroz, modelo revelada em "Verdades secretas", diz ter "grande admiração" por ela:

- Não nos conhecemos pessoalmente, mas ela demonstra ser uma pessoa muito dedicada, profissional e humilde, além de ter talento.

O primeiro papel da gaúcha foi no filme "Real beleza", de Jorge Furtado, lançado em 2015. Ela também rodou o longa "O filme da minha vida", com Selton Mello, ainda sem data para chegar aos cinemas:

- Sempre gostei de trabalhar como modelo, mas meu sonho era ser atriz. Estou muito feliz. Sei que vai ser uma responsabilidade grande, e me cobro bastante. Me mudo semana que vem para o Rio de Janeiro para começar a preparação.

Vitória, de 20 anos, conta que os pais ficaram radiantes com a notícia:

- Foi um susto. A gente não esperava que fosse ser logo o papel da protagonista. Quando veio a resposta final, foi um choque e, ao mesmo tempo, uma enorme felicidade.

Questionada sobre o retorno do público, ela afirma que ainda não refletiu sobre o assunto:

- Eu tenho noção de que vai haver críticas no geral. Sempre vão existir pessoas que gostam e outras que veem os pontos negativos.

Fonte: Patrícia Kogut


Novo 'Trapalhões' homenageia Zacarias e Mussum


Com as primeiras gravações agendadas para o final deste mês, a nova versão de "Os Trapalhões" não esquecerá de Zacarias (1934-1990) e Mussum (1941-1994).

Os roteiros supervisionados por Renato Aragão preveem homenagens aos humoristas em alguns episódios. O plano é fazer com que os personagens de Guilherme Santanna (Zacarias) e Mumuzinho (Mussum) relembrem seus antecessores.

Com estreia prevista para junho, "Os Trapalhões" contará ainda com Armando Babaioff (Dedé), Lucas Veloso (Didi), Nego do Borel (Tião Macalé) e os veteranos Dedé Santana e Renato Aragão. Ao todo, a Globo deve produzir 13 episódios.

BAIXA - O ator Armando Babaioff deixou o elenco do remake de “Os Trapalhões” a poucos dias do seu início de gravações. Segundo apurado, ele não conseguiu conciliar seus outros compromissos com os trabalhos do programa e foi obrigado a abandonar o grupo.

Babaioff havia sido chamado para interpretar o novo Dedé. Sem perder tempo, Renato Aragão convocou Bruno Gissoni para viver o personagem que, na verdade, vai se chamar Dedeco, uma vez que o original, Dedé Santana, também participará do programa.

Fonte: F5


Renato Góes: o longo caminho até o sucesso


Renato Góes faz atualmente seu primeiro protagonista na TV, o médico idealista Renato de ‘Os Dias Eram Assim’. O ator ficou conhecido pelo bom desempenho que teve na primeira fase da novela ‘Velho Chico’, no ano passado, mas não é um novato. Aos 30 anos, ele conta que já levou inúmeros nãos e não se deslumbra com sua atual conquista na carreira. "São 11 anos de batalha, longe da minha família", conta.

O galã da novela das onze é do Recife e se mudou para Rio de Janeiro logo após completar 18 anos. Estreou em novela com uma participação em ‘Pé na Jaca’ (2006) e teve um papel maior em ‘Cordel Encantado’ (2011).

Mas sua trajetória mudou ao virar dublê de cena de Cauã Reymond na minissérie ‘Dois Irmãos’, gravada em 2015, mas só exibida no início deste ano.

O diretor artístico do projeto, Luiz Fernando Carvalho, gostou de seu trabalho nos bastidores e o levou para interpretar o Santo, de Domingos Montagner, na primeira fase de ‘Velho Chico’. Agradou público e executivos da Globo.

"O (Marcos) Caruso disse uma coisa que levo para a vida sobre a evolução natural na profissão: 'Quando vierem os aplausos, que eles alimentem, não teu ego, mas a sua responsabilidade'. Este é o momento para essa reflexão, focar na responsabilidade que esse novo papel me traz", comenta.

O recifense gravou ainda em 2016 as primeiras cenas do coadjuvante Gustavo, de ‘A Lei do Amor’, mas foi tirado da novela da nove justamente para estrelar ‘Os Dias Eram Assim’. Daniel Rocha entrou em seu lugar para fazer par romântico com Claudia Raia.



A preparação do ator começou com um laboratório na sede dos Médicos Sem Fronteiras, no Rio. Trabalho que diz ter sido essencial para captar "o espírito" de seu personagem. Apesar de o médico só desembarcar no Chile na terceira semana da trama, foi lá que Góes gravou suas primeiras cenas como Renato.

"Quando você começa pela externa, pisando em um outro lugar e ficando o tempo inteiro em contato com a produção, isso faz com que você respire o personagem. E isso é muito bom. Tudo o que eu preciso fazer depois dessa imersão, tenho muito mais propriedade."

O ator cursa faculdade de história e aprofundou seus estudos sobre a Ditadura Militar (1964-1985). Leu livros sobre exílio e teve conversas com ex-exilados políticos para construir esse homem que sai fugido do Brasil em 1970 e volta em 1979, após a anistia.

Já casado com Rimena (Maria Casadevall) e com um filho, o médico reencontrará o seu grande amor, Alice (Sophie Charlotte), e descobrirá que ainda é apaixonado por ela. "O amor proibido é um arquétipo clássico e que funciona", discursa.

O próximo trabalho de Góes na TV já está certo. Após a novela das onze, ele interpretará um príncipe em ‘Deus Salve o Rei’, trama das sete sobre dois reinos medievais rivais que estreia em janeiro de 2018. Será protagonista outra vez.

Fonte: Notícias da TV


Cláudia Abreu emplaca série no “Gloob”


Foi confirmada para o dia 12 de junho, no Gloob, a estreia "Valentins - Uma Família Muuuito Esperta", com roteiro de Cláudia Abreu  e Flavia Lins e Silva, produção da Zola Filmes.

A série acompanha o dia a dia da família Valentim, formada pelos irmãos Betina (Rebecca Solter), João (Arthur Codeceira), Lila (Duda Wendling) e Theo (Octávio Martins); pela mãe Alice (Cláudia Abreu), uma alquimista culinária; e pelo pai Artur (Guilherme Weber), um renomado químico e inventor.

Quando os dois desaparecem misteriosamente, os quatro irmãos precisam aprender a se virar sozinhos enquanto tentam entender o que aconteceu.

Mas não será tão fácil: desde o sumiço dos pais, ameaças suspeitas parecem rondar a casa da família. Apenas Theo, o caçula, sabe o que realmente aconteceu. São 26 episódios.

Fonte: Flávio Ricco


Débora Falabella renova com a Globo


A atriz Débora Falabella, que interpreta Irene em "A Força do Querer", novela das nove de Glória Perez, renovou contrato com a emissora por mais três anos.

As informação são do jornal O Globo, e tal prática tem se tornado cada vez mais rara na emissora carioca, que opta por contratos de obra.

Débora começou na emissora em "Malhação", em 1998. Também fez "Chiquititas" no SBT no ano 2000.

Em 2001, obteve grande destaque com sua atuação em "O Clone", como Mel, vivendo uma viciada em droga.

Em 2012, ela deu vida à Nina, a personagem que voltava para se vingar da madrasta Carminha no grande sucesso “Avenida Brasil”. Depois disso ela deu um tempo na TV para descansar a imagem.

No ano passado, foi uma das protagonistas da série "Nada Será Como Antes", que ambientava a criação da TV nos anos 1950.

Com informações do Yahoo


Anitta quer contracenar com Cauã Reymond


Depois de voltar dos Estados Unidos, onde foi fazer reuniões para investir na carreira internacional, a cantora Anitta falou com sua equipe sobre a ideia de se arriscar também no cinema. Segundo o colunista Flávio Ricco, do “UOL”, a cantora quer protagonizar um filme no qual faria par romântico com Cauã Reymond.

A ideia de Anitta é investir em uma versão funk do longa “O Guarda Costas”, estrelado por Kevin Costner e Whitney Houston. No filme, Anitta interpretaria um cantora de funk que se envolve com seu guarda-costas, personagem que ela gostaria que fosse de Cauã Reymond.

Ainda segundo o colunista, Anitta nunca escondeu o desejo de estrelar filmes futuramente, mas desconversou quando questionada sobre o projeto. A cantora garantiu que sua prioridade no momento é a nova temporada do “Música Boa” no Multishow, além do investimento na carreira internacional.

Fonte: Yahoo


Nathalia Dill e Sergio Guizé terminam namoro


Nathalia Dill e Sergio Guizé não estão mais juntos. Segundo amigos próximos, a decisão foi tomada de comum acordo. A amizade, a admiração e o carinho permanecem.

Os atores começaram o relacionamento em janeiro de 2015, durante as gravações da novela das 19h "Alto astral", em que interpretaram Laura e Caíque, o casal protagonista.

Nathalia está no ar em "Rock story" com duas personagens, Júlia e Lorena. Já Guizé terá um papel de destaque na próxima trama das 21h de Walcyr Carrasco.

Fonte: Patrícia Kogut


Neusa Borges se irrita com fofoqueiros


Aos 76 anos e sem contrato na TV, Neusa Borges resolveu fazer um desabafo em seu perfil no Facebook reclamando das notas sensacionalistas que saem a seu respeito. No texto, a atriz veterana conta que tira o seu sustento atualmente do brechó que abriu em Salvador e nega que esteja na pior.

"Não estou alcoólatra e nem estou ou vou viver de prostituição. Nem tenho mais idade pra isso (risos). Estou muito bem, obrigada. Com meu brechó funcionando, fazendo alguns bicos, sim (não estou me prostituindo). Parem de me aborrecer com suas matérias ridículas. Se não querem me respeitar, tudo bem, mas, respeitem minha família", pede ela no post.

Neusa concedeu uma entrevista recentemente para um programa de TV em que revelou que toma cerveja todos os dias. Segundo ela, essa informação foi deturpada por alguns sites de notícias.

"Falei, sim, que gosto de tomar uma cervejinha. E daí? Sou brasileira, adulta, vacinada, não devo nada a ninguém e nem estou passando fome. Estar desempregada não é vergonha. O povo brasileiro está ai matando cachorro a grito por causa disto. É melhor esquecerem que existo", reclamou.

Fonte: Jornal Extra


Juliana Paes revela: 'Já levei um pé na bunda'


A atriz Juliana Paes, 38, é uma daquelas famosas que sempre arranca suspiros ao aparecer na telinha ou em alguns eventos de moda. Na lista das mulheres mais desejadas do país, a global admitiu que ela nem sempre agradou o público masculino.

Durante uma entrevista concedida para o portal “UOL”, a intérprete da personagem Bibi na novela “A Força do Querer” revelou que ela já tomou um fora. “Claro que eu já levei um pé na bunda”, afirmou a artista. Sobre infidelidade, a morena também surpreendeu ao responder: “Sim, eu perdoaria uma traição”.

Ainda na conversa, Juliana Paes disse qual é a sua roupa preferida para dormir. “Prefiro aquele camisetão comprido e bem velho, furado, batido e bem molinho”, disse a atriz que adora produtos de beleza para se cuidar. “Eu adoro todos eles, não vivo sem hidratante. Tenho um para cada parte do corpo. Nem sempre dá tempo de usar, mas tenho”, explicou.

Fonte: Yahoo


Lady Francisco revela ter sido estuprada por diretor


A atriz Lady Francisco, 82, que foi vista recentemente como a personagem Madame Kastrup na reprise da novela “Cheias de Charme”, revelou para o portal “UOL” que foi estuprada por um diretor da TV Globo. Segundo a veterana da dramaturgia, o episódio ocorreu há 50 anos.

“Ele disse que queria conversar comigo sobre trabalho. Eu tinha acabado de chegar no Rio, de Minas, era bobinha, ingênua, sonhava com uma oportunidade. Acreditei nele. Nunca vou me esquecer a situação. Ele me levou para um lugar distante, de carro. Só quando me vi fechada no quarto com ele entendi do que se tratava”, contou ela que não denunciou o agressor na época. “O que eu ia fazer, gritar? Ninguém ouviria. E eu fiquei tão horrorizada que não consegui ter reação nenhuma. Senti um misto de pavor, nojo e humilhação. Quem acreditaria em mim para eu denunciar? Iam dizer: ‘Essa aí, mal chegou e já está aprontando’. Mas hoje eu faria um escândalo”, garantiu.

Sem revelar o nome do diretor, Lady Francisco afirmou que ele está “vivinho da silva”. Ainda na entrevista, a famosa falou sobre o caso de José Mayer, 67, ator que assediou uma figurinista da TV Globo. “Tenho muito orgulho de ver o quanto a mulher evoluiu na defesa da própria dignidade. No meu tempo, a gente era estuprada e tinha de ficar quieta; hoje, um assédio repercute de tal maneira que o agressor tem de reconhecer publicamente que errou”, disse ela que desconfia da carta pública que o famoso divulgou recentemente. “Ele deve ter sido orientado a escrever aquela carta. Tá na cara que foi estratégia de defesa. Achei absurdo ele dizer que confundiu ficção e realidade. Se fosse assim, eu ia ser put* o resto da vida. O que mais fiz na vida foi papel de put*”, declarou.

Fonte: Yahoo


Carta de fã salvou a carreira de Luan Santana


Com a agenda lotada de shows há muitos anos, Luan Santana revelou que esteve muito próximo de desistir da carreira.

Nos bastidores do programa Tamanho Família, o cantor relembrou um momento complicado de sua vida e contou que já havia até decidido parar de cantar. A salvação, segundo ele, veio numa cartinha enviada por uma fã:

“Uma vez, chegamos em uma cidade e havia 20 pessoas para assistir ao show. Eu lembro que dei uma baqueada porque estava muito tempo fora de casa. No caminho de volta para casa, voltei com isso na cabeça: ‘Vou falar para minha mãe e para o meu pai que vou parar, vou largar de mão’”, relembrou.

Ao site oficial da atração, Luan relembrou o momento em que decidiu continuar na estrada, muito antes de fazer sucesso:

“Daí cheguei em casa e tinha chegado uma cartinha no correio de uma fã. Eu estava sem música na época para gravar, com a cabeça ruim para compor e me vi em uma situação sem saída. Aí, na carta, a fã escrevia um poema com uns ‘chocolatinhos’ grudados, completando o poema”, continuou.

“Aí, eu peguei e tive a ideia de fazer uma música com aquilo. Nem falei para minha mãe que queria parar a partir daquele momento. Peguei o violão, compus a música e fiz a ‘Chocolate’. Foi o que me fez a voltar a fazer shows, voltar a pôr o pé na estrada de novo. Então a ‘Chocolate’ foi a música e por consequência foram os meus fãs que me ajudaram a continuar”, revelou.

Fonte: Vírgula/UOL


Morre a atriz Neuza Amaral


Neuza Amaral morreu na quarta-feira (19), no Rio, aos 86 anos. Ela estava internada desde sábado (15) e morreu de embolia pulmonar.

Foi com determinação que a menina pobre do interior de São Paulo, filha de pais analfabetos, se tornou uma das maiores atrizes brasileiras. Em 1970, já na Globo, viveu Branca, em “Irmãos Coragem”.

Em “Fogo sobre terra”, uma das cenas mais marcantes da carreira: a personagem Nara morre durante uma inundação na cidade fictícia de Divineia. Em “Bravo”, escrita por Janete Clair em 1975, a personagem que ela interpretou passava por uma cirurgia plástica. E Neuza Amaral convenceu a autora de que poderia ser submetida a uma cirurgia de verdade, para que realmente tivesse feições diferentes, depois de concluída a operação.

Uma de minhas lembranças mais remotas de televisão é da atriz Neuza Amaral sendo tragada pelas águas de uma represa que invadiram sua casa, na novela “Fogo Sobre Terra”. Era janeiro de 1975, último capítulo. Essa cena ficou registrada em minha memória. Neuza imóvel e impassível (porque sua personagem negava-se a deixar a casa), e aquela água subindo.

Quem tem pelo menos 35 anos lembra da atriz das várias novelas da Globo em que atuou entre as décadas de 1970 e 1980.


Com Ênio Santos em “Fogo Sobre Terra” (1974-1975)

Neuza estava há muito tempo afastada da televisão. Sua última novela inteira foi “Brega e Chique”, há 30 anos. A atriz passou a dedicar-se à política e chegou a ser eleita vereadora no Rio de Janeiro, nos anos 1990. Até dez anos atrás, Neuza ainda era vista em novelas, mas em pequenas participações especiais – a última foi “Pé na Jaca”, em 2007.

Ao todo foram 29 novelas (inteiras). Participou da primeira telenovela diária brasileira, “2-5499 Ocupado”, na TV Excelsior, em 1963. Passou pela Record e Tupi até estrear na Globo em 1967 (em “A Sombra de Rebeca”). Só desligou-se da emissora quando deixou de atuar.


Com José Lewgoy em “Plumas e Paetês” (1980-1981)

Sempre com uma presença marcante, Neuza Amaral brilhou em quase todos os seus trabalhos, não importasse o tamanho, fazendo drama ou comédia, vilã ou bondosa. Em sua galeria de tipos, destacaram-se a vilã Veridiana de Albuquerque Medeiros em “A Grande Mentira” (1968), Ligia em “Véu de Noiva” (1969-1970), Branca em “Irmãos Coragem” (1970-1971), Walkíria em “Selva de Pedra” (1972), Maria Clara em “Os Ossos do Barão” (1973-1974), Nara em “Fogo Sobre Terra” (1974-1975), Fabiana di Lorenzo em “Bravo!” (1975-1976), Sara em “Duas Vidas” (1977), Emerenciana em “Cabocla” (1979), Bruna em “Plumas e Paetês” (1980-1981), Idalina em “Ciranda de Pedra” (1981), Zefa em “Paraíso” (1982-1983), Inês Fontes em “Sinhá Moça” (1986) e Luci em “Brega e Chique” (1987).


Com Jorge Dória em “O Pulo do Gato” (1978)

Curiosidade: várias novelas com Neuza ganharam remake com outras atrizes interpretando suas personagens: “Irmãos Coragem” (Tânia Loureiro), “Selva de Pedra” (Juliana Carneiro da Cunha), “Os Ossos do Barão” (Eugênia de Domênico), “Cabocla” (Patrícia Pillar), “Plumas e Paetês” (Giulia Gam em “Ti-ti-ti”), “Ciranda de Pedra” (Karen Coelho), “Paraíso” (Soraya Ravenle) e “Sinhá Moça” (Lu Grimaldi).




Com Juca de Oliveira, em “Pecado Rasgado” (1978-1979)

Neuza Amaral foi uma das grandes atrizes da TV brasileira deixou um legado importante, também no cinema e na vida pública.

Foram mais de 70 trabalhos no cinema, no teatro e na televisão. Na década de 1990, Neuza Amaral foi vereadora, no Rio. O último papel na Globo foi na novela “Pé na jaca”, em 2007.

Fontes: G1/ Maurício Stycer, do UOL


Jerry Adriani morre aos 70 anos


O cantor Jerry Adriani, ídolo da Jovem Guarda, morreu às 15h30 deste domingo (23), aos 70 anos, no Rio. Ele enfrentava um câncer e estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste.

A família confirmou a morte do artista ao G1, mas ainda não deu informações sobre horário e local do velório e do enterro. Recentemente, Jerry Adrini havia sofrido uma trombose em uma das pernas.

Ícone da Jovem Guarda, Jair Alves de Souza nasceu em 29 do janeiro de 1947, no bairro do Brás, em São Paulo.

Adotou o nome artístico de Jerry Adriani quando começou sua carreira como cantor, em 1964. O primeiro disco foi "Italianíssimo", quando cantava músicas em italiano, algo que seguiu fazendo em toda a carreira.

Em 1965, o cantor passou a gravar em português, com músicas reunidas no disco "Um grande amor".

Carreira na TV e no cinema

Também na década de 1960, Jerry virou apresentador do programa “Excelsior a Go Go”, da TV Excelsior. O programa coapresentado por Luiz Aguiar era um musical com apresentações de artistas como Os Vips, Os Incríveis e Cidinha Santos.

Outro programa musical que ele comandou foi "A grande parada", no ar pela TV Tupi em 1967 e 1968. Ele era um dos apresentadores ao lado de Neyde Aparecida, Zélia Hoffmann, Betty Faria e Marilia Pera.

Além da TV, Jerry se aventurou pelo cinema. Ele cantou e atuou em “Essa gatinha a minha” (com Peri Ribeiro e Anik Malvil); “Jerry, A grande parada”; e “Jerry em busca do tesouro” (com Neyde Aparecida e os Pequenos Cantores da Guanabara).


Parceria com Raul Seixas

Jerry Adriani também aproveitou de sua fama para dar apoio a novos artistas. Ele, por exemplo, foi um dos primeiros a incentivar um então pouco conhecido Raul Seixas.

Raulzito e os Panteras atuaram como banda de apoio de Jerry por três anos. O cantor gravou músicas de Raul (”Tudo que é bom dura pouco”, “Tarde demais” e “Doce doce amor”) e foi produzido pelo maluco beleza entre 1969 e 1971.

Depois da TV e do cinema, Jerry tentou a sorte no teatro. Em 1975, participou do musical “Brazilian Follies”, tendo ficado um ano e meio em cartaz.

Após essa experiência, ele seguiu fazendo shows e gravando discos. Em 1985, lançou "Tempos Felizes", com regravações dos tempos de Jovem Guarda.

No inicio da década de 1990, Jerry se dedicou a um disco sobre as origens do rock, com o nome "Elvis Vive". Em 1994, participou da novela “74.5 uma onda no ar”, exibida pela TV Manchete. Um ano depois, fez shows para comemorar os 30 anos da Jovem Gurda e participou como convidado especial de uma coletânea do estilo.

Em 1996, voltou à música italiana, com o disco CD “IO”. Em 1997, teve duas músicas em trilhas de novelas da Globo. "Engenho" fez parte da trilha de "A Indomada", e “Con Te Partiró" foi parar na trilha de "Zazá".

Versões de Legião Urbana - Também na década de 90, saiu o disco "Forza Sempre" (1999). O trabalho tinha apenas músicas da Legião Urbana regravadas em italiano.

Foi um dos maiores sucessos da carreira de Jerry Adriani desde os tempos da Jovem Guarda. De acordo com o site oficial do cantor, bateu a marca de 200 mil cópias. De quebra, "Santa Luccia Luntana" foi bastante tocada na novela "Terra Nostra".

O primeiro DVD da carreira foi gravado em 2007, no Canecão, no Rio. “Jerry Adriani Acústico Ao Vivo” trouxe sucessos e inéditas em formato acústico. Em 2011, lançou o CD “Pop, Jerry & Rock”, incluindo homenagem para Raul Seixas e Tim Maia na música “2012”. A ideia de cantar outros ícones da músicas brasileira e do rock rendeu ainda o show “Jerry toca Raul & Elvis”.

Em 2014, Jerry Adriani completou 50 anos de carreira. Ele seguia em turnê pelo Brasil.

Fonte: G1


Novela precisa mesmo ser previsível?


Quem assiste “Novo Mundo” desde o início, em 22 de março, sabia ou tinha como intuir que o amor entre Joaquim (Chay Suede) e Anna (Isabelle Drummond) sofreria um baque, em algum momento da história, com a revelação de que o mocinho era casado com Elvira (Ingrid Guimarães).

E quando a atriz portuguesa se afeiçoou pelo bebê, órfão de pai e mãe, deixado na taverna de Germana (Vivianne Pasmanter) e Licurgo (Guilherme Piva), foi fácil imaginar que Elvira, em algum momento, atribuiria a paternidade da criança a Joaquim.

Com a ajuda do vilão Thomas (Gabriel Braga Nunes), estes dois fatos ocorreram, finalmente, no 25º capítulo de “Novo Mundo”, exibido nesta quarta-feira (19). E não surpreenderam ninguém. A partir de agora, vamos acompanhar as peripécias de Joaquim para provar a Anna que foi enganado por Elvira e torcer para que ele descubra que não é pai da criança, como diz a atriz.

Gosto de “Novo Mundo” e acho bom o texto de Thereza Falcão e Alessandro Marson. Mas uma vez que a trajetória dos personagens históricos, como Dom Pedro e Leopoldina, já é conhecida, não seria o caso procurar surpreender mais com o drama dos mocinhos?

É da tradição do folhetim, gênero do século 19 ao qual a telenovela paga tributo, a criação de situações deste tipo, construídas passo a passo, oferecendo ao espectador o prazer de adivinhar ou imaginar o que vai acontecer em seguida. Sempre foi assim.

Mas eu me pergunto se hoje, com tantas opções de boas séries ao seu alcance, com histórias engenhosas e surpreendentes, o espectador ainda se encanta ou tem prazer de ver um enredo se desenrolar exatamente como ele imaginou.

Muita gente defende que a novela é um gênero imutável. Tenho dúvidas. Estou aqui pensando alto, com muito mais dúvidas do que certezas. E aberto a ouvir opiniões sobre isso.

Suspeito que hoje em dia, confrontado com histórias que o desafiam e “enganam” a cada capítulo, como ocorre em qualquer boa série, o público tenha menos paciência com novelas que apostam neste modelo tradicional, em que o enredo vai se revelando exatamente como imaginamos.

É claro que nem todas as novelas atuais se subordinam a esse padrão. É nítido o esforço de vários autores em criar histórias ágeis, com rumos inesperados e situações não imaginadas pelo espectador.

“Avenida Brasil”, de João Emanuel Carneiro, é o primeiro exemplo sempre lembrado de novela adaptada aos dias atuais – ágil, repleta de ganchos e mudanças de rumo. Aguinaldo Silva é outro autor nitidamente preocupado em não deixar que o espectador preveja os passos de suas histórias.

Muitas novelas, de diversos autores, nos últimos anos, conseguiram isso. Cito uma, atualmente no ar: “Rock Story”, a trama das 19h30 da Globo.

Maria Helena Nascimento tem obtido êxito em fazer esta comédia romântica avançar com surpresas o tempo todo. É verdade que, em alguns momentos, apelou a truques muito batidos, como a falsa gravidez de Diana (Alinne Moraes), ou a tramas estapafúrdias, como a da secretária, Nanda (Kizi Vaz), que causou a separação de Gordo (Herson Capri) e Eva (Alexandra Richter).

Mas, nesta altura do campeonato, prefiro uma trama absurda em meio a uma boa novela do que uma previsível.

Fonte: Maurício Stycer, do UOL


As novidades da nova "Malhação"


Cao Hamburger tem uma forte ligação com o cinema e a TV. O roteirista, diretor e produtor paulistano, de 55 anos, consagrou-se com trabalhos como as séries Castelo Rá-Tim-Bum (1994) e Pedro & Bianca (2012), ambas na TV Cultura, tornando-se referência nas produções infanto-juvenis. Ele também mira o público adulto, e dirigiu filmes como O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias (2006) e Xingu (2012). Ao longo de sua carreira, iniciada nos anos 1980, no entanto, Cao nunca havia cogitado fazer novela. Isso até receber a proposta para ser o autor da nova temporada de Malhação. E, com sua prestigiada assinatura, Malhação – Viva a Diferença estreia nesta segunda, 8, na Globo.

“A gente estava conversando sobre como eu poderia colaborar com a casa. (Fazer novela) não estava dentro das minhas intenções”, conta ele. “Minha primeira reação foi que eu não saberia fazer, nunca cheguei perto de uma novela. Foi um trabalho de convencimento – e não só de convencimento, mas também de conversa para entender como eu, usando as minhas ferramentas, fazendo séries, seriados e minisséries, poderia assumir uma obra aberta. Foram algumas conversas para entender como eu poderia adaptar meu método de trabalho à novela. Realmente, é muito diferente.”

Malhação entrou na vida de Cao Hamburger provocando uma espécie de alteração de rota repentina. Algo com o qual, o próprio autor conta, está habituado a lidar. “Sempre tive muito respeito pela novela e por quem a faz, mas achava que não era um lugar para eu me meter. Fui me especializando em outras coisas, em seriados e minisséries. Na minha carreira, sou um pouco assim. Para você ter uma ideia, comecei fazendo animação com boneco. Então, vou sendo surpreendido por mudanças de rumo. Estou achando muito interessante entrar nesse universo tão popular, de um formato tão brasileiro”, diz Cao, à reportagem.

Mas o que teria convencido ele a ser o autor de Malhação – Viva a Diferença? “Acho que, à medida que eu percebi que poderia dar conta, com uma equipe entendendo as condições, me convenci que seria uma experiência interessante justamente por esse poder de comunicação que a novela tem com o público”, responde ele.


Há mais de 20 anos no ar, a novela teen Malhação passa por transformações a cada temporada. E, nesta nova, que estreia na segunda, 8, Cao já deixou sua marca. As novidades são bem significativas. Uma delas é o protagonismo no folhetim, que antes pertencia a um casal central ou um triângulo amoroso e, agora, será compartilhado por cinco garotas. “As five”, como ficarão conhecidas, vêm de diferentes universos culturais e sociais. Keyla (Gabriela Medvedovski), Lica (Manoela Aliperti), Ellen (Heslaine Vieira), Tina (Ana Hikari) e Benê (Daphne Bozaski) moram em regiões diferentes de São Paulo, de Brasilândia a Higienópolis, passando pela Liberdade, mas estudam no mesmo bairro, Vila Mariana. Três delas frequentam um colégio público e outras duas, um colégio particular. Elas serão unidas por um momento impactante – não é spoiler: um dia, as cinco estão, coincidentemente, no mesmo vagão de metrô, e Keyla, grávida, começa a sentir as dores do parto e tem o bebê ali mesmo, com a ajuda das outras quatro.

As jovens atrizes foram escolhidas após um longo processo de seleção, que teve início em junho do ano passado, com entrevistas e, depois, oficinas de interpretação e testes. “A gente queria muito que elas atendessem ao que a gente esperava dos personagens”, explica o diretor Paulo Silvestrini.

Na hora de escrever a sinopse da trama, Cao Hamburger conta que a inspiração inicial veio de um grupo de amigas que sua filha formou desde que elas eram pequenas e que durou até a adolescência. “Eram seis amigas muito íntimas que se chamavam, e talvez ainda se chamem, auto ironicamente, de ‘as six'”, lembra o autor. “No início, minha ideia era que seriam seis amigas, mas, durante o processo, achei que ‘as five’ seria mais apropriado para o formato.”


Os protagonistas masculinos da nova "Malhação"

Cao, que trabalhou, com mais frequência, com personagens masculinos, diz que a vontade de falar sobre essas meninas surgiu sem um motivo aparente. E foi percebendo que o que mais o atraía “era tentar entender um pouco o universo feminino, como as meninas se sentem no mundo e como veem o mundo”. “E também a ideia de uma ser bem diferente da outra. Contar uma história de amigas que inventaram uma utopia, quase, no Brasil principalmente. Porque não são só diferenças sociais, mas também culturais. A vontade de ver esse curto circuito acontecendo. Acho que é um exercício bom para a gente fazer nesse momento, no país em que a gente está vivendo, no mundo em que a gente está vivendo hoje. Não foi uma coisa consciente: ‘preciso falar sobre isso’. Essa movimentação da reflexão sobre o papel da mulher no mundo, estava tudo no ar e as minhas antenas captaram esses elementos, e coloquei tudo isso no núcleo da história”, completa ele.

Além disso, Malhação, que sempre se passou no Rio, pela primeira vez terá como cenário São Paulo. A trama nasceu localizada na metrópole já na sinopse. “Tinha de ser em São Paulo, porque essa história faz mais sentido nela. A ideia foi se formando na cidade, e, quando eu sugeri, eles adoraram. Acho que, para a Globo, também era interessante”, diz o autor. Aliás, o encontro dele, de Silvestrini e do elenco com a imprensa ocorreu justamente em São Paulo, num bar da Vila Madalena, o High Line, há algumas semanas.

Acostumado a dialogar com o público infanto-juvenil em outros formatos, Cao ressalta que sempre foi um desafio na TV falar com o jovem. E é ainda mais agora. “Atualmente, esse é um público que, na maioria das vezes, não está na televisão, está nas outras telas.

Então, a gente tem um trabalho com outras telas”, observa ele. “Realmente, é um grande desafio, porque hoje é muito difícil fazer um jovem assistir à televisão. Mas a gente está trabalhando duro, buscando fazer uma história que cative os jovens, sem esquecer os outros públicos.”

Fonte: Isto é

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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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segunda-feira, 17 de abril de 2017

News TV, por Marcos Silvério - 17 Abr

> Notícias da TV, por MARCOS SILVÉRIO <


'Pega Ladrão': conheça a nova novela das 7


Comédia romântica policial escrita por Claudia Souto e com direção artística de Luiz Henrique Rios, trama irá tratar a ética sob o ponto de vista de pessoas comuns

Ambientada no Rio de Janeiro, entre os bairros de Copacabana e Tijuca, Pega Ladrão tem como trama central o roubo ao Hotel Carioca Palace e seus desdobramentos na vida de cada um dos envolvidos, sejam eles hóspedes, suspeitos ou convidados do grande baile de gala. Assinando a autoria de uma novela pela primeira vez, Claudia Souto propõe "falar de ética com bom humor, sob o ponto de vista de pessoas comuns". A nova novela das 7 tem estreia prevista para junho.



Neta do dono do Hotel, Luíza (Camila Queiroz), que vive por lá desde criança, vê sua festa de 25 anos se transformar em uma grande investigação policial. O roubo de 40 milhões de dólares do cofre, fruto da venda de Pedrinho Guimarães (Marcos Caruso), sem consentimento da herdeira, do Carioca Palace para Eric Ribeiro (Mateus Solano), é arquitetado por quatro funcionários: o concierge Malagueta (Marcelo Serrado), o garçom Júlio (Thiago Martins), o recepcionista Agnaldo (João Baldasserini) e a camareira Sandra Helena (Nanda Costa). A princípio eles hesitam, mas depois, diante de situações limite na vida de cada um, topam participar do roubo.



Com pagamento em dinheiro, o bon vivant Pedrinho planeja se mudar para os Estados Unidos, acompanhado da neta e do mordomo Nelito (Rodrigo Fagundes). Na noite do baile, com o plano do roubo bem-sucedido, Luíza sofre dois baques: descobre que Eric é o novo proprietário do Carioca Palace e que ela e o avô estão arruinados. Para ajudar, a jovem tem uma forte decepção: o amado é investigado, e a polícia o prende como principal suspeito do roubo. Ela, então, decide ir à luta para se bancar e sustentar o avô, algo que nunca precisou fazer na vida.



Viúvo e pai da adolescente Bebeth (Valentina Herszage), Eric deseja transformar o imóvel em algo mais rentável. O jovem empresário nunca mais se apaixonou após perder a mulher, apesar das investidas de Maria Pia (Mariana Santos). Porém, uma paixão arrebatadora une Luiza a Eric e os sonhos dela de tomar a frente do hotel para devolver ao lugar seus tempos de glória se desfazem justamente pelas mãos dos homens que ela mais ama.



Para desvendar o crime milionário, a inspetora Antônia (Vanessa Giácomo), irmã de Nelito, não mede esforços. Profissional incorruptível, briga por justiça, porém não tem controle sobre os assuntos do coração e descobre o amor nos braços de Júlio, o ladrão arrependido. O quarteto criminoso, que não pode gastar o dinheiro para não levantar suspeitas, segue trabalhando normalmente no Carioca Palace, torcendo para que o local decrete falência e todos sejam demitidos.



Os atores Milton Gonçalves, Reginaldo Faria, Irene Ravache, Angela Vieira, Elizabeth Savalla, Nicette Bruno, Cristina Pereira, Guilherme Weber, Ícaro Silva, Virgínia Rosa, Julia Lund, Paulo Vilhena, Marcio Kieling, Rômulo Neto, entre outros, integram o elenco.

Fonte: Gshow


Cauã e Mari Ruy Barbosa farão par em novela


Após Marina Ruy Barbosa se envolver em uma confusão com a namorada de Cauã Reymond, Mariana Goldfarb, o galã foi escalado para ser o par romântico da ruiva na próxima novela de Aguinaldo Silva, "O Sétimo Guardião", com estreia prevista para maio de 2018. O papel antes estava previsto para ser de Chay Suede. O galã de "Novo Mundo" agora será o vilão do folhetim, segundo informação do jornal "O Globo".

Sem mal-estar - Marina teria ficado furiosa com a namorada de Reymond depois de ela usar o mesmo look que ela em um evento da revista "Glamour". Inclusive, depois da confusão, a ruiva decidiu cancelar a capa que faria para a publicação. A atriz, no entanto, garantiu que não houve mal-estar com a apresentadora. "Já estou acostumada com isso. É muita intriga! As pessoas especulam muito", disse. "Se você analisar o meu jeito, a minha carreira e as minhas escolhas vai ver que eu não gosto de polêmica. As pessoas especulam muito. Quem tem que saber o que realmente aconteceu estava lá. E é isso o que importa", afirmou.

Bate boca - A atriz não ficou quieta depois de uma internauta provocá-la no Instagram. "Quando ficares velha, nem a Globo te quer mais", disparou a usuária. "Quando eu ficar mais velha, espero olhar pra trás e me orgulhar das minhas ações, de ter realizado sonhos e de ter construído uma família. Não esquece que todos vamos para o mesmo lugar no final", rebateu a artista.

Briga entre autores - Cauã causou briga nos bastidores da TV Globo ao aceitar o papel na novela de Aguinaldo Silva. Isso porque Reymond estava escalado para a próxima trama de Walcyr Carrasco, substituta de "A Força do Querer". Em seu Twitter, Aguinaldo preferiu evitar comentários sobre o mal-estar. "Por favor não me comprometam. Não gosto de ver meu nome em bocas de Matilde, detesto escândalos. Estou escrevendo a novela na mais santa paz."

Grazi Massafera - O jornalista Léo Dias apontou que Cauã teria recusado a novela de Carrasco depois de descobrir a presença de Grazi Massafera, sua ex-esposa, no elenco. Apesar da relação amigável por causa da filha, Sofia, de 4 anos, o galã não estaria confortável em trabalhar com a antiga companheira, de quem se separou em 2013.

Fonte: MSN


Moradores de Belém criticam 'A Força do Querer'


Moradores de Belém estranharam como a cidade está sendo retratada em "A Força do Querer", novela das 21h da Globo que estreou no dia 3 de abril. As reclamações não ficaram só nas conversas do dia a dia. Também ganharam os comentários dos perfis da autora, Glória Perez, nas redes sociais.

Questionam expressões usadas de forma errada por alguns personagens, o sotaque nordestino e por que a música tema de Ritinha (Isis Valverde) é um forro. Também não gostaram de o tanque onde Ritinha se exibe como sereia ser no mercado Ver-o-Peso, onde não há aquário.

"Os episódios que acontecem no Ver-o-Peso é que estão gerando polêmica. Principalmente porque as pessoas não se reconhecem nas cenas", diz o professor e pesquisador paraense João de Jesus Paes Loureiro.

"A novela não espera ser documental, mas não deveria fugir a uma lógica entre ficção e realidade. Não se colocaria, por exemplo, o Pão de Açúcar na proximidade dos Andes", acrescenta.

"Como paraense, ver a nossa cidade, a nossa paisagem contemplada no horário da emissora que tem mais alcance no Brasil é de uma importância fundamental", declara o professor e diretor Denis Bezerra. "Tem esse estranhamento, mas eu me identifico em muitas coisas."

Para o cineasta amazonense Sérgio Andrade, alguns habitantes do Sul e Sudeste têm a impressão de que é tudo igual no Norte e no Nordeste. "Faz parte desse bairrismo disfarçado que existe no Brasil, que não observa com detalhes cada região e suas peculiaridades. Então, para a novela, está tudo bem ter sotaque nordestino porque na generalização é tudo Norte."

Segundo a Globo, a novela não se passa exatamente em Belém, mas em uma cidade fictícia chamada Parazinho. A emissora também afirma que a atração é uma ficção sem compromisso de ser fiel com a realidade.

"A música tema de Ritinha é 'Sereia', de Roberto Carlos. As demais músicas tocadas quando a personagem está em cena fazem parte da trilha da novela, que abrange diversos ritmos brasileiros. Sobre o tanque de água em que Ritinha nada, a cena se passa nos arredores do Ver-o-Peso, não dentro no mercado. É um recurso dramatúrgico que ajuda a contar a história dela", diz a emissora em nota.

Fonte: Folha


Tony Ramos: diabo sedutor é o maior vilão da carreira


Exemplo de bom-mocismo na vida real (e muitas vezes na ficção), Tony Ramos, 68 anos, interpretará um personagem que é o oposto de tudo o que representa em seu novo trabalho, Vade Retro. Na série que a Globo estreia na próxima quinta-feira (20), Ramos dá vida a um homem demoníaco, charmoso e sedutor. Abel Zebu, a personificação do diabo, será o maior vilão da carreira do ator.

"Sem dúvida é o maior e mais divertido vilão da minha careira. Mas em nenhum momento dei nada de mim ao personagem, a não ser suor e transpiração. Definitivamente não tenho aquela sobrancelha tão bem penteada (risos). Eu não faço pequenas maldadezinhas, não me identifico", afirma.

Como protagonista da atração de Fernanda Young e Alexandre Machado, ele tem a oportunidade de cometer grandes atrocidades. Ao longo de 12 episódios, o público verá o empresário Abel Zebu amarrar sua mulher e "acomodá-la" no porta-malas de um carro, esconder uma pedra preciosa dentro do corpo de sua advogada (interpretada por Monica Iozzi) e dar palestras politicamente incorretas, exaltando o medo e os pecados capitais.

"Comecei a decorar o texto pelas palestras. Elas me faziam bem, me davam o tom do espetáculo", diz Ramos.


Sem medo do diabo - Os dois últimos personagens de Tony Ramos em novelas também não eram boas pessoas. Em A Regra do Jogo (2015), ele interpretou o vilão dissimulado e criminoso Zé Maria, e em O Rebu (2014) viveu Carlos, empresário corrupto e inescrupuloso que manda matar sua sócia.

Uma diferença fundamental de Abel Zebu em relação aos dois personagens é que, além de ser a essência de todo o mal, ele toca em delicados e polêmicos pontos sobre religião, como a existência de forças do mal e de Céu e Inferno.

Tony Ramos diz ser muito religioso, mas prefere manter discrição sobre sua fé para não parecer "catequisador",  mas acha importante que a TV explore esses temas, para que não haja tabus na mídia brasileira.

"Não acredito no diabo, acredito em Deus. Não tenho gurus, ninguém tem a verdade absoluta. A fé habita cada um de nós, ou não, respeitemos a vida assim. Ateus também são bem-vindos, tem muito ateu que é melhor que carola de igreja. Não tenho medo de falar do diabo. Nós temos que falar sobre intolerância, liberdade de expressão. O importante é ter respeito e um belo texto", conclui.

Fonte: Notícias da TV


Lucas Lucco é reservado para novela


Após participar de "Malhação" e fazer uma ponta em "Sol Nascente", Lucas Lucco terá mais um desafio na dramaturgia da Globo. O cantor está reservado para uma nova trama, agora no horário nobre da emissora.

Segundo o jornal "Extra", o sertanejo foi escolhido para o elenco do novo folhetim de Walcyr Carrasco, prevista para estrear como substituta da atual "A Força do Querer", de Glória Perez.

A obra, intitulada "O Outro Lado do Paraíso", terá ainda outros grandes nomes como Nathália Timberg, Gloria Pires, Eliane Giardini, Sérgio Guizé e Nathallia Dill. As gravações devem começar ainda neste ano.

Fonte: MSN


"Conversa com Bial", estreia dia 1º de maio


Fim do mistério: a direção da Globo marcou para 1º de maio, Dia do Trabalho, a estreia do talk show de Pedro Bial.

A emissora definiu também o título do programa, que vai se chamar “Conversa com Bial” e as exibições serão sempre após o “Jornal da Globo”.

De acordo com a proposta, Bial irá abrir um canal de diálogo com a sociedade ao abordar temas relevantes próximos ao cotidiano e matérias de comportamento.

O programa terá anônimos, mas também “as melhores cabeças” em áreas como ciência, história, religião, saúde, política, economia, segurança pública e comportamento.

Anuncia-se ainda um cenário modular que se adapta ao tema abordado e muito trabalho em externa, movimentando o próprio Pedro Bial nas reportagens e outros profissionais da emissora.

“Conversa com Bial”, sob a direção de Mônica Almeida, substitui o extinto programa de Jô Soares nas madrugadas da emissora. O jornalista, após anos se dedicando ao "Big Brother", tem agora este novo desafio.

Fonte: Flávio Ricco


"Carcereiros" pode estrear em janeiro, na Globo


A Globo planeja lançar em janeiro a série “Carcereiros”, produção estrelada por Rodrigo Lombardi que retrata o universo de agentes penitenciários no Brasil.

Oficialmente, a emissora ainda não crava que irá ao ar no começo de 2018, mas fontes da parceira Gullane Filmes ouvidas pela coluna dão esta certeza. Gravado no último trimestre de 2016, o projeto, como se recorda, deveria estrear em 26 de janeiro deste 2017, mas foi adiado devido à crise prisional no Brasil. A Globo entendeu que não era o melhor momento para exibir a série.

No último dia 2, "Carcereiros" recebeu um prêmio no 2º MIP Drama Screenings, evento que abriu a edição da Marché International des Programmes de Télévision (MIPTV), uma das principais feiras do mercado de conteúdo, que acontece em Cannes, na França. Ganhou na categoria "Full Episode", superando concorrentes do Reino Unido, da França, da Rússia e da Suécia.

Na história, Lombardi vive Adriano, um carcereiro responsável por passar o cadeado e controlar todo acesso às celas de um presídio. Em meio ao fator de risco que enfrenta na prisão, ele ainda precisa buscar maneiras de lidar com as cobranças da sua mulher, com sua filha adolescente, e com seu pai que também foi carcereiro. Assim, vive entre muros, grades, armas, ameaças e conflitos. Atualmente, o ator faz um dos protagonistas de “A Força do Querer”.

Fonte: Flávio Ricco


Quem ficará papel de Mayer em "O Sétimo Guardião"


O autor Aguinaldo Silva havia criado um personagem especialmente para José Mayer em “O Sétimo Guardião”, novela que estreia em maio de 2018 na faixa das 21 horas, em que volta ao gênero realismo fantástico.

Um tipo diferente de tudo o que o ator já fez na televisão, mas devido aos últimos acontecimentos, tem tudo para ser apagado da história.

Dificilmente Aguinaldo passará o personagem, cujos detalhes não foram revelados, para outro profissional. Mayer, devido ao caso de assédio, foi afastado das novelas da Globo por tempo indeterminado.

Fonte: Flávio Ricco


Antonio Calloni usa barriga falsa em minissérie


Para interpretar Arnaldo Sampaio em “Os dias eram assim”, Antonio Calloni está usando uma barriga falsa e óculos. A ideia foi do ator, para envelhecer alguns anos.

Na supersérie, que estreia na Globo na segunda-feira, 17, seu personagem será casado com Kiki (Natália do Vale). Pai de duas meninas, viverá em conflito com Alice (Sophie Charlotte), sua filha mais velha.

Dono de uma construtora, é autoritário e financia um grupamento especial que persegue opositores da ditadura.

Fonte: O Globo


Funcionária da Record é demitida após denunciar assédio


"Estava esperando a poeira baixar e meu coração e minha mente darem uma desacelerada para vir aqui dar esta notícia. Não faço mais parte da TV Record. Fui demitida na última segunda-feira." Assim Elisângela Veiga, 27 anos, anunciou que havia sido desligada da Record TV, empresa na qual trabalhava há cinco anos. Ela foi demitida no último dia 3 após denúncias de assédio dentro da empresa.

De acordo com a jornalista, que fazia parte da equipe de produção, sua demissão foi resultado de uma paralisação de funcionários que protestavam contra abusos dentro da empresa. "No final do ano passado decidimos fazer um dia de greve para chamar a atenção da chefia superior sobre o assédio moral, que todos sofrem, e até mesmo sexual, que eu sofri, naquela emissora", explica em post no seu Facebook.

Procurada pelo E+, Elisângela afirma que havia dois chefes envolvidos no problema. Um deles era acusado de abuso moral, "pressão, ameaças diretas e indiretas. 'estão produzindo pouco, desse jeito vamos ter de demitir toda a produção', disse uma chefe certa vez. Quem não entrava na dança, literalmente, dançava".

Outro funcionário que ocupava um cargo mais alto na empresa teria assediado a jornalista sexualmente. "Encostava quando dava beijo no rosto, se eu não virasse, ele beijaria minha boca", exemplifica. Elisângela ainda relembra que, em uma reunião de pauta, o chefe cheirou seu pescoço "para saber de onde vinha o cheio bom". Ela desconhece outros casos similares.

Depois dos protestos dos funcionários, "o resultado foi a demissão de apenas um chefe, o que me assediava sexualmente, a permanência da outra chefe, que pratica assédio moral, e a demissão de oito funcionários que lutaram por melhorias nas condições e no ambiente de trabalho". A jornalista está entre os oito mandados embora.

Ao demitir os funcionários, a empresa alegou que estava reestruturando o quadro funcional. Depois de expor o caso, Elisângela não foi procurada pela Record TV. "Mas o chefe que me assediava sexualmente, que mora em São Paulo e trabalha em outra emissora, me ameaçou por Whatsapp", afirma.

Fonte: MSN


"É de Casa" inova e mistura pauta e merchandising


Pode-se criticar a Globo por muitas coisas, exceto por falta de criatividade e capacidade de ter apenas programas rentáveis em sua grade. Tudo ali parece sempre virar dinheiro.

A atração semanal de variedades “É de Casa” (sábados, 9h), por exemplo, estreou em agosto de 2015 sob desconfiança do público e perdendo todas as semanas para os desenhos do SBT.
No início parecia um amontoado de pautas perdidas e forçadas, e apresentado por uma "overdose" de profissionais desentrosados (então Thiago Leifert, Patrícia Poeta, Ana Furtado, Cyssa Guimarães, Zeca Camargo e André Marques).

Quase dois anos depois, o “É de Casa” perdeu alguns apresentadores, mas virou um sucesso de público --líder de audiência já na casa dos 7 pontos na Grande SP, segundo a Kantar Ibope. E acima de tudo, virou uma fonte de ótimas receitas para a TV Globo (e seus apresentadores).
Para chegar a isso a emissora inovou e, pela primeira vez, de forma totalmente transparente, vem misturando publicidade e conteúdo num só produto final, e certamente faturando alto com isso.

No último sábado por exemplo, das cinco pautas apresentadas no programa --todas com dicas voltadas para o lar, a família-- três eram “patrocinadas”.

A primeira, convenhamos, foi brusca. Veio logo após uma matéria sobre como armazenar corretamente óleo vegetal usado na cozinha, inclusive como faturar com isso.

Então surgia Cyssa Guimarães, sentada em outro cenário, conversando com Zeca Camargo:

“Zeca, muito bom (...) ganhar dinheiro, mas não basta só ganhar. É preciso estar seguro”... E Zeca começa a elogiar um novo produto bancário “apoiado” pela Caixa Econômica Federal. “Seguro de vida é para usar em vida”, diz o apresentador.

Num quadro seguinte, Patrícia Poeta, ex-âncora do “JN”, também se mostra à vontade no novo cargo de "entertainer".

Ela aparece ao lado de um “especialista” que dá dicas de pinturas de paredes. A bancada do profissional está coberta de latas de tinta Suvinil. Ela encerra o quadro com o “merchan”:
“(Suvinil) está disponível em mais de 1.500 cores. Acesse o site… E termina com mais um "merchan" em jogral: “Porque se faz diferença para você (diz Patrícia), a Suvinil faz" (completa o especialista).

Por fim é a vez de Zeca Camargo acompanhar um simpático chef que vai ensinar ao público como fazer uma deliciosa tainha.

Logo se nota que o chef veste um avental com a marca de azeites Andorinha, e em sua bancada também há muitas e muitas garrafas do azeite. O suficiente talvez para umas 150 tainhas).

O “É de Casa” normalmente não tem muitos intervalos comerciais em suas quase três horas de duração aos sábados, então essa estratégia parece ser excelente para as receitas. A despeito da exposição das marcas, trata-se de um conteúdo bem útil.

Vale dizer que esse mix entre publicidade e conteúdo editorial não é uma criação da Globo, mas a emissora inovou seu uso e parece tê-lo levado a um outro patamar.

Em última análise, é uma forma publicitária rentável e muito menos agressiva que a de outros programas de variedades da concorrência, em que os apresentadores simplesmente param tudo o que estão fazendo para elogiar desabridamente esta ou aquela marca ao lado de um “representante” comercial.

Fonte: UOL


Manoel e Vivian engatam romance após 'BBB 17'


Após a final do "BBB 17", tanto Vivian quanto Manoel foram unânimes em dizer que os dois precisavam conversar para definir como ficaria o relacionamento que surgiu dentro da casa. E, na sexta-feira, 14, o encontro entre eles finalmente aconteceu.

Ao EGO, Manoel contou qual a decisão do casal. "Seguimos juntos. Oncontro foi muito bom, conversamos bastante e aconteceu no hotel", afirmou o gêmeo de Antônio.

O ex-BBB ainda comemorou a torcida dos fãs a favor do relacionamento. "Acho legal essa torcida que conquistamos e o carinho é muito gratificante." Manoel e Vivian trocaram beijo logo na primeira semana do "BBB 17". Na época, a mãe de Vivian não aprovou a atitude da filha.

Em sua saída do jogo, Manoel já havia demonstrado que se importou muito mais com a relação com a sister do que com o jogo. "Não estava ligando muito para o jogo, estava ligando mais para o que estava vivendo com ela. Vivian não é víbora. E sobre ter sido chamado de âncora nos pés dela, falar até papagaio fala. Pelo que conheci ela de verdade, não foi assim."

Após o encontro com Manoel, no Rio, Vivian embarcou para sua terra natal e foi recebida por multidão em aeroporto de Manaus, no domingo, 16. "Vivian está trancada no banheiro do aero, ela não consegue sair", disse um internauta na ocasião. Uma fila se formou para que eles pudessem entrar aos poucos para conhecê-la e tirar aquela selfie caprichada. "Vivian quer atender a todos, muita gente foi de longe ao aeroporto para vê-la e ela quer retribuir o carinho. Dentro do banheiro está muito quente e a Vivian está muito cansada", contou o fã.

Fonte: EGO


As gêmeas que não entraram no BBB


Tiago Leifert entrou na casa do “BBB” na última segunda-feira (10) para dar uma levantada no programa após a expulsão de Marcos e falou para Emily que a seletiva dela foi a inspiração para colocar gêmeos no programa fazendo com que a menina ficasse emocionada, mas o apresentador pode ter contado uma pequena mentirinha – ou uma história pela metade, pelo menos. Na chamada inicial do programa, quando os participantes começaram a ser apresentados para o público, as gêmeas Lívia e Júlia Bravo, de 21 anos, apareciam ao lado dos demais participantes do programa. Tudo indica que Emily e Mayla só foram chamadas depois da dispensa da primeira dupla. Em conversa com o UOL, Lívia contou que as duas passaram por todas as seletivas e foram as escolhidas para a 17ª edição. E revela o motivo pelo qual elas foram substituídas.

“Fomos convidadas para participar da seleção a partir de um olheiro virtual, que encontrou os nossos perfis nas redes sociais e pediu nossos contatos. A gente não tem muito a ver com o 'BBB', mas fizemos as seletivas, achamos engraçado entrar no programa sem pensar nas consequências. Gravaram com a gente, nosso dia a dia, com a nossa família e fomos confinadas no hotel no dia 17 de janeiro”.


Atrizes por formação, as duas tinham acabado de gravar um comercial para uma rede de fast food e foi aí que os problemas começaram a aparecer.

“Não tínhamos falado nada sobre contrato até que a advogada foi no nosso quarto, ela perguntou se tínhamos alguma coisa e falamos do comercial, que já tínhamos gravado, mas que era de exclusividade só com outra marca de fast food, que não implicaria em nada com o programa. A advogada disse que iria ver e que achava que não teria problema. Falamos que tinham que correr porque o comercial poderia ir ao ar a qualquer momento”.


Lívia contou que, após passar um dia todo confinadas, as irmãs foram dispensadas pela produção do programa. 

“Eles foram no quarto e falaram que o comercial já estava no ar, que não poderiam fazer mais nada porque as pessoas já tinham assistido e a nossa imagem estava associada a marca, era um comercial com bastante texto, as pessoas viam que era a gente ali. A produção falou que tinha gostado muito da gente, foram muito gentis, eles até tentaram fazer com que o comercial não fosse ao ar, mas pediram para a gente arrumar as coisas e ir embora”.

Lívia conta que Júlia já não estava muito bem no confinamento do hotel e que se chocou com ao se dar conta que era descartável para eles.

“A minha irmã estava mal no hotel, mas eu estava bem e ela não queria passar para mim. Ficamos chocadas com a questão de como somos descartáveis e como isso deve ter acontecido com outras pessoas também. A gente sabe que eles [a produção] podem fazer o que quiserem, que muita coisa que a gente assiste ali eles podem ter criado”.

Procurada, a assessoria de imprensa da Globo informou que não comentaria o assunto.


Transtorno pós-confinamento - A atriz disse que, para entrar no programa, as duas entregaram o apartamento onde moravam e dois dias depois estavam sem ter onde viver.

“Minha família é do interior e a gente morava na capital, entregamos o apartamento onde morávamos, a sorte que tínhamos uma tia lá e ficamos até conseguir outro apartamento. Foi um transtorno isso, mas por outro lado somos atrizes, trabalhamos com isso, a gente corre muito atrás, estamos na faculdade, a gente tinha muito a perder e talvez não era para ser. Como ficaria a vida profissional depois de tudo?”

Apesar de a história não ter sido muito divulgada, Lívia conta que recebe até hoje várias mensagens de fãs do programa.

“As pessoas nos acharam antes da lista oficial do programa sair, tem gente que manda mensagem dizendo que preferia que a gente tivesse entrado para não terem que ver a Emilly todo dia, a internet tem muito hater. Não tenho nada contra as meninas, espero que elas se deem bem aproveitem o momento delas, elas não tinham muito a perder, a gente tem muita coisa aqui de trabalho, hoje estamos aliviadas por não ter entrado, eu prefiro que tenha sido dessa forma”. – Finaliza.

Fonte: UOL


Protagonista de ‘Malhação’ está grávida


A atriz Aline Dias, de 25 anos, está grávida do primeiro filho. A protagonista de “Malhação” ainda não chegou ao segundo mês de gestação. Ela é namorada do cantor e ator Rafael Copello. A gravidez não foi planejada. " É um momento único e que estou feliz em compartilhar com todos nessa reta final de Malhação. A noticia foi recebida com muita alegria ! Continuo focada em minha carreira!", diz a atriz.

"A vida não podia ser mais generosa comigo... estou terminando a temporada de Malhação com a melhor companhia dos últimos tempos. Sim! Existe um coração dentro de mim e já estou apaixonada! É uma alegria inexplicável poder carregar uma luz e um amor que já é infinito", escreveu ela, ao anunciar a gravidez em seu perfil no Instagram.

Aline está na reta final das gravações da atual temporada de "Malhação". Na história, ela vive a personagem Joana. A atriz já pôde ser vista em outros trabalhos na TV como na novela "Sangue bom".

Fonte: Jornal Extra


"O Rico e Lázaro": muito sermão e pouco folhetim


Truncada: assim pode ser definida a primeira semana de O Rico e Lázaro, a nova novela bíblica da Record. Com um elenco pra lá de inflado em personagens de pouca complexidade, a história deixa de lado o caráter folhetinesco e um certo ganho no texto que a antecessora A Terra Prometida havia dado ao principal produto da casa. Parece uma sucessão de cenas com um fio condutor ainda frágil.

O Rico e Lázaro parte de uma parábola bíblica sobre dois homens que morrem no mesmo dia. Um deles ganha os céus, ao passo que o outro vai direto para o inferno. Os dois são vividos por Igor Rickli (Zac) e Dudu Azevedo (Asher) e, por não serem protagonistas da Bíblia, espera-se, tendem a ter um pouco mais de contornos dramáticos, escapando do maniqueísmo latente das novelas da Record.

Zac e Asher disputarão o amor de Joana (Milena Toscano), e a triangulação amorosa cumpre uma cota folhetinesca que ainda falta na novela, ao menos na primeira fase. Como pano de fundo, a trama abordará os anos de dominação do povo hebreu pelo rei Nabucodonosor (Heitor Martinez), o grande vilão da vez.

Por ter sido apresentada sem intervalos comerciais na primeira semana, ficou uma sensação de poucos ganchos, um recurso primordial a qualquer folhetim e que aqui foi reservado apenas aos finais dos capítulos. Ainda assim, fracos.


O número elevado de personagens contribuiu também para gerar uma certa confusão na identificação de cada um deles. Se levarmos em conta que boa parte do elenco da Record é de rostos semiconhecidos do público, isso só ajuda a aumentar o nó na cabeça de quem assiste.

É claro que, com o tempo, o telespectador se acostuma com personagens de nomes pouco usuais, e os rostos vão se tornando mais familiares, mas a identificação inicial é uma premissa para cativar logo de cara quem assiste.

Falta também aquilo que damos o nome de contaminação: uma discussão ou atitude que leva a uma ação na cena seguinte, que por sinal desencadeia outra sequência e assim por diante.

Afora as cenas de guerras, que não foram poucas, as trivialidades do cotidiano dos hebreus e dos babilônicos são de pouco impacto. Os diálogos preocupam-se, sobretudo, com a evangelização, o que de certa forma limita o público mais interessado em acompanhar uma história e não um sermão.

É interessante notar que O Rico e Lázaro repete ainda uma cena presente em praticamente todas as novelas bíblicas da emissora: o corre-corre, com figurantes para lá e para cá, poeira sendo levantada e uma cidade à beira da destruição depois do ataque de algum exército rival. No caso, Judá em polvorosa com o avanço dos babilônicos.


Mas há pontos de destaque, obviamente: a produção da Casablanca segue esmerada, com efeitos especiais mais aprimorados do que nas novelas anteriores. O recurso de multiplicação dos figurantes em cenas de guerra funciona, assim como a caracterização dos atores, sem aquela sensação de perucas e barbas falsas.

Alguns atores também merecem reconhecimento em seus papéis. É o caso de Heitor Martinez, Denise Del Vecchio (Elga), Lucinha Lins (Zelfa), Vitor Hugo (Jeremias) e Cássia Linhares (Shag-Shag).

O Rico e Lázaro ainda tem tempo de entrar nos eixos. A Record conquistou um público fiel para suas novelas e deve apresentar a ele histórias com cada vez mais qualidade. Melhor deixar o sermão para os templos.

Fonte: Notícias da TV
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Ficamos por aqui, de olho na telinha.

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